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10 de mar de 2009

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Mulheres da Via Campesina fazem protestos pelo país.

Cerca de 4.500 trabalhadoras rurais ligadas à Via Campesina, um grupo que abriga diversos movimentos ligados ao campo, realizaram uma série de protestos nesta segunda-feira em diversas cidades do país para marcar as comemorações do Dia Internacional da Mulher. Em Brasília, cerca de 400 manifestantes ocuparam o prédio do Ministério da Agricultura.

Com lenços tapando o rosto, elas quebraram a vidraça da portaria do ministério e entraram no prédio. Apesar da invasão, o expediente foi normal no ministério. Depois de almoçar no saguão, as manifestantes deixaram o prédio. A invasão durou quatro horas. ( Veja mais fotos dos protestos da Via Campesina em Brasília e Pernambuco).

O ministro Reinhold Stephanes não estava no prédio no momento da ocupação. Mais tarde, ele minimizou a invasão e a classificou como pacífica. "Não quero dar muita dimensão a esse fato. Foi um movimento pacífico, m ato pacífico, exceto o vidro quebrado. Foi tranquilo", disse Stephanes que contestou a pauta apresentada pela Via Campesina e argumentou que não há diferença entre agronegócio e pequenos agricultores.

- A agricultura é movida por pequenos, médios e grandes agricultores. Os pequenos agricultores são parte do agronegócio. No Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná os pequenos são a maioria e são fundamentais na produção de alimentos e no excedente, que vai para exportação. A agricultura familiar é moderna, usa tecnologia e está ligada a grandes cooperativas. E tem recebido sim créditos do governo federal - disse o ministro, afirmando que as reivindicações estavam "fora de foco".

Fonte: G1

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Máquina de lavar fez mais pela mulher do que a pílula

Feministas do mundo todo, é melhor sentarem-se para ler isso: o jornal do Vaticano diz que a máquina de lavar talvez tenha feito mais pela liberação da mulher no século 20 do que a pílula anticoncepcional ou o acesso ao mercado de trabalho.

Vote: Para você, o que trouxe mais liberdade para a mulher? A conclusão consta em um longo artigo publicado na edição do fim de semana do jornal semioficial do Vaticano, o L'Osservatore Romano, por ocasião do Dia Internacional da Mulher. O título era "A Máquina de lavar e a liberação das mulheres - ponha detergente, feche a tampa e relaxe".

"O que no século 20 fez mais para liberar as mulheres ocidentais?", questiona o artigo, escrito por uma mulher. "O debate é acalorado. Alguns dizem que a pílula, alguns dizem que o direito ao aborto, e alguns (dizem que) o direito a trabalhar fora de casa. Alguns, porém, ousam ir além: a máquina de lavar."

O texto então conta a história da máquina de lavar, desde um modelo rudimentar de 1767 na Alemanha, até os modernos equipamentos com os quais a mulher pode tomar um capuccino com as amigas enquanto a roupa é batida.

Fonte: G1

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Novo museu reúne a história do rock-n-roll britânico

Os amantes do rock-n-roll agora têm um lugar novo para soltar seu guitarrista interior e ouvir como bandas britânicas como Beatles, Led Zeppelin e The Clash atravessaram o Atlântico para escrever a história da música.

O museu British Music Experience, inaugurado em Londres nesta segunda-feira, usa vídeos, memorabília e outros artefatos para contar a história da música britânica desde a 2a Guerra Mundial, lançando olhares aprofundados sobre gêneros que vão do skiffle ao reggae, passando pelo punk, blues e urbano.

Um estúdio interativo equipado com guitarras Gibson, baterias, teclados e um estúdio vocal incentiva visitantes a pegar e tocar os instrumentos para viverem o sonho do rock-n-roll eles próprios, mesmo que por apenas alguns minutos.

"Finalmente temos um lar para abrigar os talentos férteis e espantosos que geramos nos últimos 60 anos", disse o presidente do museu, Harvey Goldsmith, que já ajudou a organizar eventos como o Live Aid.

O museu, cujos ingressos custam 15 libras (21,34 dólares), fica na grande 02 Arena, em Londres, que Goldsmith e outros esperam converter numa meca musical, algo como o Museu do Rock and Roll existente em Cleveland, Ohio.

Fonte: Reuters

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Bolívia expulsa diplomata dos EUA sob acusação de "conspiração"

Duas semanas após acusar a CIA de conspirar contra suas políticas energéticas, o presidente da Bolívia, Evo Morales, expulsou nesta segunda-feira um funcionário da embaixada norte-americana em La Paz. "Hoje decidi declarar 'persona no grata' Francisco Martinez (...) que trabalha na embaixada dos Estados Unidos", anunciou Morales em uma coletiva de imprensa.

O presidente boliviano, que frequentemente se refere aos EUA como "o império", já havia expulsado o embaixador de Washington e funcionários da agência anti-drogas norte-americana (DEA, na sigla em inglês). Morales expulsou, no ano passado, o embaixador norte-americano sob acusações de conspiração, suspeitas que Washington classificou como "absurdas e falsas". Este ano, o presidente do Equador, Rafael Correa, expulsou um funcionário da embaixada dos EUA, acusando-o de ser um diretor da CIA no Equador.

Assim como o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, que no ano passado expulsou o embaixador dos EUA no país. Os três líderes esquerdistas têm sinalizado interferência dos EUA na política doméstica de seus países.

Fonte: Reuters

Walter Jr
Redator

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