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17 de mar de 2019

Cinco dias um grupo de debate de whatsapp 'debatendo' com sofomaníacos.




Abaixo um relato breve sobre como anda o debate público no meio popular, informal. Fui colocado por um amigo num grupo de whattsapp cujo o nome era "Politica Pura e Debate". Fui debater.

Primeiro dia: Fiquei apenas observando. Pude perceber que a maioria do grupo era formada por pessoas com um bom nível de formação, incluindo professores, funcionários públicos, etc. seria um estrato do que se pode chamar de elite intelectual, afinal, influenciam outras pessoas de formação precária, insipiente. Contudo, esse pessoal pouco se manisfestava. Um ou outro preferiam mandar memes inteligentes nas horas certas das "discussões". Coloco entre aspas, pois uma verdadeira discussão, um verdadeiro debate, deve haver sempre um contraponto. Pela própria raiz da palavra que vem do latim debattere (bater, lutar), apesar da nossa vir do francês débat  (controvérsia, querela), o espírito do significado foi mantido. Nesse grupo não existia debate e sim conversa de boteco entre amigos de sempre concordavam entre si. Ademais, pude perceber certa soberba por parte de uma minoria, porém atuante, militância esquerdista. Nada fora do comum, infelizmente. 


Segundo dia: a partir desse dia passei a expressar melhor e mais incisivamente minhas posições políticas e filosóficas. Em outras palavras, comecei a incomodar. A maioria continuou conversando e eu tentando debater com argumentos e hipóteses. Foi quando percebi minha total "burrice" para usar o próprio linguajar de um dos participantes, o mais agressivo. O auto intitulado professor de geografia levou minhas colocações para o lado pessoal e iniciou uma série de provocações, inicialmente ignoradas. Um outro que se dizia professor de matemática, assim, como o primeiro, tentou iniciar alguma controvérsia de cunho pessoal em relação a teoria da terra plana (?) e sobre o filósofo Olavo de Carvalho. Detalhe essencial: nenhum desses temas veio à tona em nenhuma conversa, em nenhum momento. Sigamos.


Terceiro dia: Um notável desocupado sou eu, perdendo meu tempo podem pensar alguns. Como trabalho em períodos de revesamento entre operacionalidade (na rua) com descansos, é um bom passa tempo. Pode-se exercitar a memória, a oratória digital e se divertir com os argumentos estapafúrdios. Sem falar no exercício da paciência com as ofensas e indiretas. Foi o que se seguiu. Para esses seres iluminados mais exaltados que apenas repetem como papagaio de pirata chavões e manchetes de jornalecos, Ciro Gomes é o melhor nome para gerir o país, assim como o sócio-construtivismo de Paulo Freire ser o único método pedagógico correto; para muitos, é o único existente. Acreditam, mesmo sem prova alguma, que os Bolsonaro são envolvidos com milícias, mas negam a culpa de Lula, condenado com centenas de provas, assim como negam a participação dos partidos de esquerda como PDT e PT na formação do Foro de São Paulo, organização supra-nacional e supra-partidária formada por partidos políticos e organizações criminosas latino-americanas; mesmo existindo atas assinadas.

Quarto dia: por ser burro o suficiente eu não conseguiu vislumbrar motivo algum para idolatrar político qualquer. Escolho lados em época de eleição, afinal é assim que funciona a democracia e muito morreram para que hoje se pudesse votar. O professor de geografia o mais fora d si e o que menos se fazia entender pois não conseguia articular frases complexas, chegando inclusive, a apenas repetir palavras desconexas como "laranja" ou "Queiroz", numa alusão tão rasa quanto sua própria inteligência iluminada. "Lunático", bradou ele em certo momento e a ofensa se juntou as demais. Foi respondido a altura. Visto que perdera a compostura,veio com uma citação de Neil Degrasse Tyson, o astro midiático que diz ser astrofísico acusado de abuso sexual, que na verdade engana milhões de pessoas com teorias absurdas, improváveis no mundo real. Tenho total noção de minha insignificância e indignidade perante ao Senhor, não perante a sofistas que envenenam a alma de seus indefesos alunos. Citei Eric Dollard, como contraponto dentro do mesmo campo, já que o mesmo não está interessado em holofotes e mulheres e sim em ciência de verdade. Foi em vão, sequer procurou nada sobre o brilhante cientista. Quem sabe sua sapiência foi capaz de captar e refutar por telepatia as ideias de Dollard sem que eu percebesse...

Quinto dia: Como definir quem age tão irracionalmente como aquele professor que chegou a afirmar que eu não entendia nada de educação apenas porque eu disse que o sócio-construtivismo alicerçava as bases para o desconstrucionismo da educação? Eu disse que também era professor e mostrei dados do Fórum Econômico Mundial dos anos de 2016 a 2018 que mostram claramente que os ideais de Paulo Freire que permeiam a educação nacional nos leva para os piores lugares na educação do ocidente, e ele disse que eram FALSOS. É válido registrar que do primeiro a esse derradeiro dia, era período de carnaval; porém nem mesmo a ingestão de centenas de litro de cerveja ou algo que o valha, justificaria tamanha ignorância. Por derradeiro, surgiu uma breve discussão bastante produtiva sobre colégios militares, onde vários membros se manisfestarem cordialmente e exprimiram suas  ideias, incluindo eu. Quando, corriqueiramente o tal professor sabe-tudo sem saber de nada, soltou mais impropérios contra esse  que vos fala. "Lunático" e "burro" entre outros. Ali soube que minha participação tinha que ser encerrada naquele grupo. Não tenho mais paciência para ogros com diplomas, analfabetos funcionais metidos a machões por trás de telas de celular. Porém, tinha que sair em grande estilo. Para isso, desci ao nível do tal professor, ou até um nível mais baixo. Respondi as ofensas com ofensas ainda piores, confesso. Até o momento que a pessoa que me colocou me removeu do grupo. Missão cumprida. Antes disso foi engraçado ver o professor sem saber o que dizer e depois pedindo minha "expulsão do grupo" enquanto alguns mais demagogos diziam eu ser o intolerante e stressado. Não lembram das provocações iniciais apenas minha resposta final. Só então, depois de 5 dias, me diverti nesse grupo, com as últimas mensagens. Não tive dúvida que ali naquele grupo de debates, onde não se debatia nada, residia vários SOFOMANÍACOS de esquerda. Que se envenenem com suas próprias ideias. E me deixem fora dessa ignorância toda.

*Sofomaníaco: Indivíduo estúpido que se acha extremamente inteligente.

9 de fev de 2019

o intelectual (retardado) orgânico



O filósofo Olavo de Carvalho intitula seu 1º clássico "O Imbecil Coletivo". Essa obra necessária expõe de maneira direta e sem rodeios como é rasa, beirando o vazio, nossa "elite intelectual": professores universitários e de ensino médio, jornalistas, funcionários públicos, classe artística, escritores populares, etc. Como bem disse Chico Anysio em entrevista ao Roda Viva (facilmente encontrado no Youtube), '95% dos jornalistas são PT'. E qual a razão? Podemos indicar linhas de pensamentos que elucidam a questão:

I - Contra-ataque comunista

Com o dispêndio gasto na 2ª Guerra para se limpar ajudando a derrotar Hitler, a URSS percebeu que tinha que entregar algumas cabeças para se manter viva. As denúncias dos 20 milhões de mortos já extravasara fronteiras. Kruschev entrega Stalin e seus fieis companheiros como bodes expiatórios  para que todo o sistema sobrevivesse. Alguns líderes comunistas foram presos, outros mortos, alguns exilados pela ONU. O sangue dos milhões de mortos somados no Camboja, Ucrânia, China, Vietnã, Coreia do Norte, Cuba, além dos inocentes russos, clamou vingança, suas histórias aos poucos se tornaram conhecidas e paulatinamente a comunidade internacional independente reconhece o comunismo como sendo tão criminoso quanto o nazismo. Os socialistas/comunistas entraram em consenso uma vez que as guerras não deram certo a longo prazo: a Guerra contra o Ocidente (vulgarmente chamado capitalismo) se daria através da Cultura/Educação. Não à toa a Hungria proibiu partidos desse tipo em seu território em 2018.

II - Escola de Frankfurt

Com o iminente colapso soviético, surge a Escola de Frankfurt: conjunto de pensamentos socio-filosóficos capitaneada por Theodor Adorno, Herbert Marcuse, Jürgen Habermas, Georg Lukacs, Walter Benjamin, Friedrich Pollock, etc. objetivando modificar, como toda criação socialista, o Ocidente cristão através da cultura, dominando universidades para alcançar os ensinos básicos e enfim, o cotidiano dos pessoas fazendo parecer normal tabus tratados como entraves para a Revolução como libertinagem, aborto, liberação das drogas, desarmamento, defesa e incentivo ao crime, ateísmo, infidelidade, divórcio, enfim, qualquer coisa que servisse para destruir a família cristã tradicional. Numa sociedade altamente conservadora como a norte-americana e a brasileira do pós-guerra, essas idéias tiveram pouco avanço. Na Europa, já muito degradada pela ocupação do demônio comunista (URSS), essas ideias tiveram um maior avanço.

III - Antonio Gramsci

Um dos pilares do pensamento socialista/comunista europeu foi Gramsci. Preso por Mussolini, que percebeu o poder de suas ideias revolucionárias, escreveu as bases da guerra cultural que presenciamos nos dias de hoje: enquanto a Escola Frankfurt teorizava em como por em prática as ideias de Sigmund Freud, Immanuel Kant, Karl Marx, Max Weber, etc. o gramscianismo (gramscismo) atuava na prática, no dia a dia. Sua ideia de revolução exclui as armas e mira nas escolas. Criou a figura do "intelectual orgânico", aquele "pensador" que vive e trabalha para o partido, para a ideologia. Comumente, se trata de um grande paradoxo, uma vez que um pensador não pode ter suas ideias presas a nenhum tio de amarra ideológica. Se limitamos nossas ideias, deixamos de pensar. Gramsci deu um novo significado aos sofistas gregos. Esse espectro macabro de pseudo intelectuais abrange desde os professores, jornalistas, escritores, servidores públicos, sindicalistas, etc. pessoas que, infelizmente, dirigem a vida cultural na nação sempre com viés esquerdista, mesmo que não se deem conta disso. Nas palavras de Lenin, são os idiotas úteis. O movimento socialista/comunista, se espraiou pelas entranhas da cultura, da vida cotidiana, do senso comum, do imaginário popular da maioria.



IV - A hegemonia da Esquerda desde o Regime Militar

E o motivo foi um acordo tácito entre os militares - hoje tão execrados pela esquerda sociopata - e a esquerda da época. Enquanto os militares focaram na urgência da guerrilha e da crescente criminalidade, as universidades, sindicatos e mídia em geral ficaram nas mãos de cabeças socialistas, muitas simpáticas a Revolução. Os militares conduziram esse processo como uma forma de escape para as ideias mais violentas. É factível a hipótese de que o povo não seria contaminado com as ideias revolucionárias que iam de encontro aos valores familiares cristãos tão arraigados na tradição brasileira. Grande engano. Com as universidades e mídias tomadas pelo pensamento revolucionário, não demorou para a cultura ser modificada paulatinamente: novelas, programas de TV, jornais, livros, etc. foram impondo questões e pontos de vista que não contribuem em nada para a evolução de uma nação como abortismo, divórcio, militância gay, banditismo e tudo mais que o valha. O imaginário popular baseado em leis religiosas e respeito as tradições foi violentado por um novo imaginário formado por sexualização, violência e corrupção. Essas ideias foram brotadas durante o Regime Militar, e deram seus frutos com a eleição do PT e com o consequente desastre de 14 anos de um desgoverno cleptocrático que solapou ainda mais a cultura nacional, abrindo novas trincheiras na guerra cultural, criando um exército de professores, jornalistas, servidores públicos e militantes lato senso que mamam nas tetas do governo e fingem lutarem por alguma ideologia (ou por minorias que se deixa guiar pro abate como cordeiros indo ao matadouro), mas que na prática visam apenas dinheiro e poder como todo por político corrupto.

Isto posto, fica fácil entender como Chico Anysio brilhantemente matou a charada com a frase simples e curta do início da matéria calando a  maioria da bancada do programa Roda Viva. Quando se avança nos estudos políticos imparciais chega-se a conclusão que não apenas os jornalistas são esquerdistas mais que imparciais. Juntamente com os editores, redatores, escritores de novelas, radialistas, youtubers e influenciadores digitais de toda obra, formam uma massa de "intelectuais orgânicos" que tanto preconizava Gramsci. O trecho abaixo analisado escrutina a alma de um desses pseudo intelectuais:

"PT, volte a ser digno da hora - O partido que existiu até agora acabou neste domingo e terá que salvar a democracia"

O título e subtitulo do texto de Celso da Rocha Barros, servidor público assumidamente e presunçosamente auto declarado "doutor em sociologia por Oxford" de esquerda, ignora todo o significado político de democracia e exalta um único partido coberto de condenações de corrupção a salvar... a democracia! Caso raro de histerismo masculino(?!).

"O fracasso de Michel Temer e as revelações da Lava Jato sobre os partidos de direita deram sobrevida ao Partido dos Trabalhadores e colocaram Fernando Haddad no segundo turno, na eleição mais importante de nossa história. Há eleições que se pode perder, mas essa não é uma delas."

Aqui o diminuto pensador, demonstrando todo seu tamanho cognitivo crava o fracasso de um governo sombra de um governo deposto, demonstrando assim toda a redundância que permeia sua curta visão de mundo. Um verdadeiro intelectual orgânico, nas palavras de Antonio Gramsci. Logo após demonstra um desconhecimento comum no meio acadêmico atual afirmando que revelações da Lava Jato sobre os partidos de direita colocaram Haddad no 2º turno, ignorando os estatutos dos respectivos partidos implicados na operação Lava Jato, todos sociais-democratas progressistas e não conservadores. Finaliza clamando sua própria e torta visão democrática:o PT não tinha a opção de perder. Era PT ou PT, o partido mais corrupto da história do país com seus principais líderes condenados com toneladas de provas.

"É a chance do PT encerrar a crise que ajudou a começar com a política econômica do primeiro mandato de Dilma Rousseff. O primeiro passo, portanto, é abraçar a responsabilidade econômica que faltou a Dilma em 2012."

Aqui o expert em contradição afirma que o PT com Dilma Roussef ajudou a começar a crise, aconselhando um partido que quebrou TODOS os Estados e o Governo Federal a abraçar a responsabilidade econômica, sendo fácil identificar algum tipo de histeria ou uma cuidadosa memória seletiva do (pseudo) intelectual orgânico que minimiza os erros de seu partido.

O segundo passo é até mais importante: precisa abandonar qualquer ressentimento, qualquer desejo de vingança causado pela crise política que seus adversários provocaram com o impeachment de Dilma Rousseff."


Continuando com sua completa inépcia para realizar simples pensamentos lógicos e levantando a maior contradição de seu texto até agora, o doutor(?) em sociologia afirma agora que os adversários de Dilma foi quem debelaram a crise. Decida-se, camarada! Foi apolítica econômica do parágrafo anterior ou os adversários de Rousseff? E vingança é um prato que o PT prepara com requinte... de crueldade. O que diria Celso Daniel e Toninho do PT?

"Enfim, é hora de esquecer o programa do primeiro turno e abraçar o programa da frente democrática que deve se formar no segundo. Esse programa deve reconhecer a necessidade de ajuste fiscal, corrigindo os defeitos do ajuste de Temer, e deixar de lado toda palhaçadinha de nova Constituição, controle da mídia, e demais babaquices que intelectual petista burro enfiou no programa de governo porque estava com raiva do impeachment."
Nesse trecho ele mostra sua revolta contra seus próprios pares de partido, inclusive resumindo todo o respeito e consideração que os esquerdistas tem por opiniões contrárias as suas em uma palavra: burro.

"Algumas dessas propostas podem até ser dignas de discussão, mas só depois de o PT reconquistar a confiança geral da população quanto à sua condição de partido responsável, na economia e na política. Essa é a segunda chance do Partido dos Trabalhadores, mas também é a última. Se o PT perder para Bolsonaro, há uma perspectiva real de que os pobres brasileiros não consigam mais se fazer ouvir no sistema político por uma geração. O PT não tem o direito de impor aos pobres essa tragédia sendo incompetente ou radical. Agora é a hora do partido voltar a ser a alternativa da esquerda democrática como foi nos anos Lula."

Burro ele não é, pelo menos para pensar para o partido. Chamando seus companheiros de revolução de burros, não quer dizer que ele discorda do cerne da questão e sim que ele discorda do momento que essas questões (nova Constituição, controle da mídia, desmilitarização das polícias) foram levantadas. Nas ideias iluminadas do intelectual orgânico, só depois de chegarem ao poder e novamente aparelharem e corromperem novamente todo o sistema. Para diminuir os ruídos de suas palavras incoerentes mas que beneficiam um partido, agora ele cita os pobre. E legitima o partido mais corrupto da História a único interlocutor dos pobres com a política. Ou seja, usando a lógica que ele não gosta muito, se os ladrões do PT são os únicos que dão voz os pobres brasileiros, isso automaticamente coloca os pobres brasileiros iguais aos ladrões. É por isso que  Lula tá preso, babaca e o PT perdeu a última chance como dito.

"A campanha no segundo turno deve ser a mais inclusiva possível para todo mundo, da esquerda, do centro ou da direita, que defenda a democracia contra Bolsonaro. Haddad é perfeitamente capaz de levantar as bandeiras que o PT precisa defender, mas o partido precisa deixá-lo vencer. É preciso terminar de ganhar os votos que eram de Lula entre os pobres, o que o PT sabe fazer. Mas também é preciso ganhar terreno no centro, que não está interessado em discurso imbecil contra Lava Jato ou a favor do vagabundo Nicolás Maduro. É preciso deixar que os centristas democratas votem no PT."

Se no início de seu texto Celso da Rocha Barros afirma que a culpa da crise foi dos adversários e que os partidos de direita foram denunciados na Lava Jato. Agora, caminhando para o final, ele histericamente (como de praxe) abraça de vez a incongruência pedindo que todos os partidos se unam. Finaliza o parágrafo limpando para baixo do tapete temas custosos a esquerda, como Maduro e a Lava Jato: o primeiro cria do PT e a segunda mal vista por todos os partidos. 

"O partido que existiu até agora, aliás, acabou neste domingo (7). Serviu para manter o eleitorado lulista unido e colocar Haddad no segundo turno. Agora Haddad, junto a Jaques Wagner e os governadores do partido —que já vêm fazendo ajuste fiscal faz tempo— devem recriá-lo. Um partido de esquerda moderado sempre será favorito nas eleições brasileiras —o PT pode vencer a quinta presidencial seguida daqui a três semanas. É a última chance que o Partido dos Trabalhadores —de longe, o maior vitorioso de nossa história democrática, e, portanto, o maior interessado na preservação de nossa democracia —terá de desempenhar esse papel."

Descambando para o ufanismo que beira a bandidolatria, o autor vem com mais um oximoro: o partido mais vencedor da democracia brasileira e também o maior interessado na mesma, acabou. Porém, segundo suas ideias doentias, o mesmo renascerá como favorito junto com os governadores que quebraram além da República, os Estados (MG, RJ, RS que o digam). So esqueceu de lembrar dos inúmeros crimes que fizeram o partido morrer. Na cabeça de intelectual orgânico de Rocha Barros, tudo não passou de perseguição política e o PT nada deve a ninguém a não ser a seus pares. Ou seriam párias?

"A sobrevivência da conversa democrática brasileira, a sobrevivência tanto da centro-esquerda quanto da centro-direita, nossa participação na comunidade das nações livres, depende da derrota de Jair Bolsonaro. Partido dos Trabalhadores, torne-se digno da hora."

 Finalizando com um belo arremedo de insanidade somado a sociopatia pura, o doutor sociólogo continua sua demonstração de amnésia voluntária em comparar o partido mais corrupto da recente história nacional com nossa democracia como um todo! Afirma do alto de sua deficiência cognitiva somada a uma pitada de mal caratismo intelectual que caso o principal adversário ganhe (Bolsonaro) todos os outros partidos estão fadados a "morte". Como um membro de seita conclama o partido mais indigno (não só porque roubou, mas sim porquê enganou e engana a parcela mais pobre do povo), a tornar-se digno. Fato que se concretizará quando pseudos intelectuais como Celso da Rocha Barros tornaram-se pensadores de verdade. Ou seja, nunca já que o autor até agora conseguiu ler, mesmo com doutorado, nem as condenações dos figurões do PT nem as denuncias robustas contra Haddad.

Walter A.
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17 de jan de 2019

CNJ: um órgão legislador no Poder Judiciário


sessão do CNJ presidida pelo ÁS(no) jurídico, Dias Toffoli

Os princípios constitucionais que norteiam a Administração Pública nos países democráticos modernos, autorizam a cada Poder (executivo, legislativo e judiciário) utilizar limitadamente atribuições de outro Poder visando a melhor gerencia da coisa pública para o bem coletivo ser alcançado. Assim, por exemplo, o Poder Judiciário pode e deve criar suas leis internas e executar suas próprias obras e gerir seu quadro de funcionários. Nessa caso, o judiciário utilizou de poderes alheios a sua natureza essencial (de julgar), para melhor servir ao povo. Para exarar normas internas e gerir seu pessoal, o poder judiciário adentra a seara dos poderes legislativos e executivo, respectivamente.

Nos casos previstos em lei, pode um Poder fazer valer as leis sobre um outro que as infringi. Um prefeito corrupto pode e deve ser processado não só administrativamente pela Câmara dos Vereadores como pela Justiça. Assim como um deputado pode ter seu mandato cassado por uma ordem judicial. Esses mecanismos certeiramente denominados de sistema de pesos e contrapesos (check and balance) além de permitido pela Lei deve ser incentivado. A independência entre os Poderes, seja em qualquer âmbito, é a base da democracia.

Em países de regimes totalitários é comum que essa divisão entre os Poderes não seja respeitada. A História nacional mostra épocas onde governos autoritários deturparam a divisão republicana dos Poderes. O início da República, a era Getúlio Vargas, o Regime Militar, o mensalão tucano para reeleição de FHC, o mensalão petista para gerar uma governabilidade artificial e criminosa, são exemplos históricos de épocas onde um poder sucumbiu ao outro. Por deter o dinheiro, o Poder Executivo tem larga vantagem em sobressair aos demais. Comumente nesses anos extremos, o legislativo foi paralisado e o judiciário diminuído.

Diante dos bilhões que eram facilmente desviados dos cofres públicos, os governos petistas deixaram-se embebedar-se e serem envolvidos por outros corruptos profissionais. Suas reformas revolucionárias foram deixadas de lado. Reformas essas que transfeririam o poder legislativo para as associações civis e ONGs em detrimento do parlamento, podendo esses Conselhos Populares anular até decisões judicias. Detalhes encontram-se nos Cadernos de Teses no site do PT. Essas ideias de dominar poderes constituídos para garantir poder perene, não são novas, porém veem sendo aperfeiçoadas com o passar dos anos.

Esses conselhos que o PT não conseguiu instalar aqui (Graças a Deus) foram instalados na Venezuela por Hugo Chaves e tiveram seus poderes aumentados pelo ditador Maduro para garantir-se no poder. Antes, foram instituídos na União Soviética de Stalin. Infortunadamente, uma pedra soviete foi calçada no alicerce do Judiciário Brasileiro: o Conselho Nacional de Justiça. Seu caráter fiscalizador do Poder Juciário é válido, contudo, como já é praxe do movimento comunista global, usa-se uma boa intenção para implementar um intenção perversa e passar despercebido da opinião pública. 

O CNJ pune maus membros do Judiciário garantindo assim, um funcionamento cada vez mais idôneo da Justiça Brasileira. Essa é a nobre intenção em primeiro plano. Contudo, rasgando nossa Carta Magna que explicita os três Poderes e suas prerrogativas primarias, o CNJ chama para si a competência de legislar sobre Direito Penal, deixando o Congresso submisso e desmoralizado. A audiência da custódia é um robusto exemplo do caráter legislador que o CNJ usurpou do parlamento. Apesar do Tratado de San José assinado pelo Brasil dizer que deve-se apresentar a pessoa presa em flagrante "sem demora" a um juiz, a resolução nº 213/2015 usurpa a função legislativa e acrescenta um prazo de 24h, legislando em detrimento do legislativo que ratificou o citado Tratado.

Outro ponto que deveria ser levado em consideração é a equidade jurídica entre o cidadão sob custódia do Estado e o próprio Estado no seu dever de coibir crimes e garantir a paz social. A audiência de custódia, obedecendo o princípio constitucional da liberdade sendo a prisão exceção, visa garantir primeiro o bem estar do preso, e não a reparação do dano causado, muito menos minimizar as danos das vítimas. Pondo na balança da equidade jurídica, o modelo atual da audiência de custódia que o soviete CNJ instituiu, visa apenas procurar motivos para deixar em liberdade criminosos mesmo que primários ou menores, enquanto a vítima do crime tem dificuldades básicas para garantir sua dignidade humana sem nem serem lembradas pelas leis e pelos órgãos estatais.

Diante desse cenário ilógico que beneficia o criminoso e na pratica pune a vitima, o CNJ nesse ano que se inicia não se envergonha de legislar para beneficiar criminosos. O presidente atual, Dias Toffoli, declarou a imprensa que, com a implementação das audiências de custódias somados aos mutirões de audiências, espera soltar 40% (!) dos presos. Isso mesmo. Quase metade. Se hoje temos cerca de 600 mil encarcerados, Toffoli trabalhara e gastará nossos impostos para soltar 240 mil (!) criminosos. Haddad prometeu a mesma coisa na campanha. Não foi por seu talento jurídico que Toffoli foi alçado de advogado do PT a ministro do STF por Dilma. 

Fonte: https://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,com-mutirao-e-audiencia-de-custodia-cnj-quer-reduzir-n-de-presos-em-40,70002603940

Walter A.


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16 de jan de 2019

Você leu no máximo 6 desses 100 livros (desafio da BBC)*

*escrito por JÉSSICA CHIARELI para revista Bula

Um desafio literário se espalhou pela internet e deixou leitores ao redor do mundo com a pulga atrás da orelha. De acordo com a brincadeira, ninguém leu mais do que seis livros de uma lista que reúne 100 obras, composta em sua maioria por grandes clássicos da literatura, como “Orgulho e Preconceito” (1813), de Jane Austen; “O Sol é Para Todos” (1960), de Harper Lee, “Hamlet” (1609), de William Shakespeare; e até a Bíblia Sagrada.

Apesar de levar o nome da BBC, o desafio não tem nenhuma relação com a emissora britânica. Provavelmente, a lista de livros foi apenas baseada no resultado de uma pesquisa feita pelo veículo em 2003, que listou os 100 melhores romances de todos os tempos. Para não deixar os brasileiros de fora do desafio, a Bula criou uma versão em português da lista, mantendo as mesmas obras da lista original. Para participar do desafio, basta contabilizar os livros que você já leu, que de acordo com os criadores, dificilmente somarão mais do que seis títulos.

1 — Orgulho e Preconceito (1813), Jane Austen
2 — O Senhor dos Anéis (1954), J. R. R. Tolkien
3 — Jane Eyre (1847), Charlotte Brontë
4 — Harry Potter e a Pedra Filosofal (1997), J. K. Rowling
5 — O Sol é Para Todos (1960), Harper Lee
6 — Bíblia Sagrada
7 — O Morro dos Ventos Uivantes (1847), Emily Brontë
8 — 1984 (1949), George Orwell
9 — Kit Fronteiras do Universo, Philip Pullman (1995-2000)
10 — Grandes Esperanças (1861), Charles Dickens
11 — Mulherzinhas (1869), Louisa May Alcott
12 — Tess dos D’Urbervilles (1892), Thomas Hardy
13 — Ardil-22 (1961), Joseph Heller
14 — A Peste (1947), Albert Camus
15 — Rebecca: a Mulher Inesquecível (1938), Daphne du Maurier
16 — O Hobbit (1937), J. R. R. Tolkien
17 — O Canto do Pássaro (1993), Sebastian Faulks
18 — O Apanhador no Campo de Centeio (1951), J. D. Salinger
19 — A Mulher do Viajante no Tempo (2003), Audrey Niffenegger
20 — Middlemarch: Um Estudo da Vida na Província (1871), George Eliot
21 — E o Vento Levou (1936), Margaret Mitchell
22 — O Grande Gatsby (1925), F. Scott Fitzgerald
23 — A Casa Soturna (1853), Charles Dickens
24 — Guerra e Paz (1867), Lev Tolstói
25 — O Guia do Mochileiro das Galáxias (1979), Douglas Adams
26 — Reviver o Passado em Brideshead (1945), Evelyn Waugh
27 — Crime e Castigo (1866), Fiódor Dostoiévski
28 — As Vinhas da Ira (1939), John Steinbeck
29 — Alice no País das Maravilhas (1865), Lewis Carroll
30 — O Vento nos Salgueiros (1908), Kenneth Grahame
31 — Anna Kariênina (1877), Lev Tolstói
32 — David Copperfield (1850), Charles Dickens
33 — Nada de Novo no Front (1929), Erich Maria Remarque
34 — Emma (1815), Jane Austen
35 — Persuasão (1817), Jane Austen
36 — O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa (1950), C. S Lewis
37 — O Caçador de Pipas (2003), Khaled Hosseini
38 — O Bandolim de Corelli (1994), Louis de Bernières
39 — Memórias de uma Gueixa (1997), Arthur Golden
40 — Ursinho Pooh (1921), Alan Alexander Milne
41 — A Revolução dos Bichos (1945), George Orwell
42 — O Código Da Vinci (2006), Dan Brown
43 — Cem Anos de Solidão (1967), Gabriel García Márquez
44 — Folhas de Relva (1855), Walt Whitman
45 — A Mulher de Branco (1860), Wilkie Collins
46 — Anne de Green Gables (1908), Lucy Maud Montgomery
47 — Longe Deste Insensato Mundo (1874), Thomas Hardy
48 — O Conto da Aia (1985), Margaret Atwood
49 — O Senhor das Moscas (1954), William Golding
50 — Reparação (2001), Ian McEwan
51 — A Vida de Pi (2001), Yann Martel
52 — Duna (1965), Frank Herbert
53 — Fazenda Maldita (1932), Stella Gibbons
54 — Razão e Sensibilidade (1811), Jane Austen
55 — Um Rapaz Adequado (1993), Vikram Seth
56 — A Sombra do Vento (2001), Carlos Ruiz Zafón
57 — Um Conto de Duas Cidades (1859), Charles Dickens
58 — Admirável Mundo Novo (1932), Aldous Huxley
59 — O Estranho Caso do Cachorro Morto (2003), Mark Haddon
60 — O Amor nos Tempos do Cólera (1985), Gabriel García Márquez
61 — Ratos e Homens (1937), John Steinbeck
62 — Lolita (1955), Vladimir Nabokov
63 — A História Secreta (1992), Donna Tartt
64 — Rumo ao Farol (1927) Virginia Woolf
65 — O Conde de Monte Cristo (1845), Alexandre Dumas
66 — On the Road (1957), Jack Kerouac
67 — Judas, O Obscuro (1895), Thomas Hardy
68 — O Diário de Bridget Jones (1996), Helen Fielding
69 — Os Filhos da Meia-Noite (1981), Salman Rushdie
70 — Moby Dick (1851), Herman Melville
71 — Oliver Twist (1838), Charles Dickens
72 — Drácula (1897), Bram Stoker
73 — O Jardim Secreto (1911), Frances Hodgson Burnett
74 — Crónicas de Uma Pequena Ilha (1995), Bill Bryson
75 — Ulisses (1922), James Joyce
76 — A Redoma de Vidro (1963), Sylvia Plath
77 — Pergunte ao Pó (1939), John Fante
78 — Germinal (1885), Émile Zola
79 — A Feira das Vaidades (1847), William Makepeace Thackeray
80 — Possessão (1992), Antonia Susan Byatt
81 — Um Conto de Natal (1843), Charles Dickens
82 — Atlas das Nuvens (2004), David Mitchell
83 — A Cor Púrpura (1982), Alice Walker
84 — Os Vestígios do Dia (1989), Kazuo Ishiguro
85 — Madame Bovary (1856), Gustave Flaubert
86 — Memórias de Adriano (1951), Marguerite Yourcenar
87 — A Teia de Charlotte (1952), Elwyn Brooks White
88 — As Cinco Pessoas que Você Encontra no Céu (2003), Mitch Albom
89 — As Aventuras de Sherlock Holmes (1892), Arthur Conan Doyle
90 — A Casa da Árvore Oca (1939-1951), Enid Blyton
91 — Coração das Trevas (1899) Joseph Conrad
92 — O Pequeno Príncipe (1943), Antoine de Saint-Exupéry
93 — Fábrica de Vespas (1984), Iain M. Banks
94 — Em Busca de Watership Down (1972), Richard Adams
95 — Uma Confraria de Tolos (1980), John Kennedy Toole
96 — A Náusea (1938), Jean-Paul Sartre
97 — Os Três Mosqueteiros (1844), Alexandre Dumas
98 — Hamlet (1609), William Shakespeare
99 — A Fantástica Fábrica de Chocolate (1964), Roald Dahl
100 — Os Miseráveis (1962), Victor Hugo
Fonte: https://www.revistabula.com/14544-desafio-da-bbc-voce-leu-no-maximo-seis-desses-100-livros/

Os Doze Degraus da Humildade

A Regra de São Bento estabelece doze degraus:


1) "ter os olhos sempre baixos, manifestando humildade interior e exterior";
2) "falar pouco e sensatamente, em voz baixa";
3) "não ser de riso pronto e fácil";
4) "manter-se calado, enquanto não for interrogado";
5) "observar o que prescreve a regra comum do mosteiro";
6) "reconhecer-se e mostrar-se o mais indigno de todos";
7) "julgar-se, sinceramente, indigno e inútil em tudo";
8) "confessar os próprios pecados";
9) "por obediência, suportar, pacientemente, o que é duro e difícil";


"A humildade está, essencialmente, no apetite, na medida em que alguém refreia os impulsos do seu ânimo, para que não busque, desordenamente, as coisas grandes. Mas a regra da humildade está no conhecimento que impede que alguém se superestime. E o princípio e raiz dessas duas atitudes é a reverência que se presta a Deus. Por outro lado, da disposição interior do homem procedem alguns sinais exteriores de palavras, atos e gestos, que revelam o que está oculto no íntimo, como também ocorre com as outras virtudes, pois, "pelo semblante se reconhece o homem; pelo aspecto do rosto, a pessoa sensata" (Ecl XIX, 26), diz a Escritura.

Por isso, nos alegados graus de humildade figura um que pertence à raiz dela, a saber, o décimo segundo: "temer a Deus e ter presente tudo o que nos mandou".Mas nesses graus há também algo que pertence ao apetite, como o não buscar, desordenadamente, a própria superioridade, o que se dá de três modos. Primeiro, não seguindo a própria vontade (11º); depois, regulando-a pelo juízo do superior (10º) e, em terceiro lugar, não desistindo em face de situações duras e difíceis (9º).

Aparecem também graus relativos à estima em que alguém deve ter ao reconhecer os próprios defeitos. E isso de três modos: primeiro, reconhecendo e confessando os próprios defeitos (8º). Depois, em vista desses defeitos, julgando-se indigno de coisas maiores (7º). Em terceiro lugar, considerando os outros, sob esse aspecto, superiores a si (6º).

Finalmente, nessa enumeração já também graus relativos à manifestação externa. Um deles, quanto às ações, de modo que, em suas obras, não se afaste do caminho comum (5º). Outros dois referem-se às palavras, quer dizer, que não se fale fora do tempo (4º), nem se exceda no falar (2º). Por fim, há os graus ligados aos gestos exteriores, como , por exemplo, reprimir o olhar sobranceiro (1º) e coibir risadas e outras manifestações impróprias de alegria (3º)" (resp.).

Fonte:
- Santo Tomás de Aquino - (Suma Teológica, II-II, q.161, a.6)
- http://osegredodorosario.blogspot.com/2016/05/os-doze-degraus-da-humildade.html

ÚLTIMAS: vítima de queda de avião resgatado com vida / plano hollywoodiano de resgate frustado



O Comando Militar do Sudeste confirmou a solicitação, prontamente atendida, do Governo de São Paulo para evitar um plano [cinematográfico de tão ousado, diga-se de passagem] de resgate do chefe do PCC, Marcola preso em Presidente Venceslau, cidade que já sofreu com ameaças do PCC. A PM paulista recebeu treinamento em metralhadoras .50 (anti-aéreo) assim como as armas para frustar um possível ataque com mercenários de diferentes nacionalidade membros de grupos terroristas como FARC e Hezbollah com auxilio de helicópteros. Isso a mídia prostituída não mostra.

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Após 4 dias na mata, piloto de avião que caiu é resgatado

Milagre. Maicon Semence Neves, de 27 anos, paranaense, foi encontrado vivo após 4 dias desaparecido em uma região de mata fechada após um acidente aéreo. Ele saiu do Tocantins com destino a Mato Grosso. Deus deu outra chance dele criar a filha que sua namorada aguarda.

Fonte: UOL / BBC Brasil




8 de nov de 2018

EDITORIAL: HOMEM, UM [tolo] ANIMAL POLÍTICO*

Assim como o farol ilumina transmitindo a sensação de proteção, também faz a política na vida social. A política é a barreira contra a barbárie/anarquia.

Aristóteles, muitos anos antes de Cristo, já cravava: "o homem é um animal político". Sócrates, mais adiante, discorreu e foi brilhantemente anotado por Platão sobre os tipo de governos oriundos da política e as consequências sociais de cada uma (A República). Hobbes nos alerta para o perigo de um Estado "Leviatã" que é a finalidade de políticos sem escrúpulos. Já Rousseau com sua ideia de que "o homem nasce bom e a sociedade o corrompe" cria o Contrato Social para garantir a pax societae  e a garantia dos direitos do homem que ironicamente desemboca na carnificina "libertadora" da Revolução Francesa liderada por psicopatas/sociopatas que acaba por influenciar vários outros bandidos a tentarem e conseguirem chegar ao poder pela força ao custo de milhões de vidas inocentes (Mao, Stalin, Lenin, Pot, etc. ). O próprio Filho de Deus foi bem claro "dai a César o que é de César". A política é o meio menos sangrento (sem esquecer dos muitos homens violentos e cruéis que conseguem liderar politicamente, contudo são gêneros e não espécie) Não se pode esquecer que milhões de pessoas morreram lutando para que hoje o sufrágio universal (direito de votar e ser votado) seja garantido sem grandes restrições na maioria dos países. Demorou milênios até se chegar ao tal contrato social que proporcionou a pacificação do mundo e a consequente democratização após II Guerra Mundial. A restauração dos países envolvidos no conflito e o desenvolvimento dos demais países periféricos são obras políticas. Assim como também são, o narcotráfico, o terrorismo e o crime organizado. De bom e de ruim, sendo apolíticos ou políticos, indo votar ou não indo votar, a vida da grande maioria depende das decisões da classe política.

Nossa pátria vive a quase 20 anos(!) afundando aos poucos em termos de fundamentos para uma nação próspera. O próprio sistema de saúde público (SUS) mata milhares de cidadãos assim como a segurança pública consegue ao custo de mais de 60 mil assassinatos ao ano manter a "Ordem" que estampa nossa bandeira nacional, enquanto a raiz de quase todos os problemas, a Educação mal gerida, está cada vez mais entregue ao falho sistema Paulo Freire "turbinado" pela Ideologia de Gênero em detrimento de uma grade curricular mais objetiva e técnica de ensino fazendo com que o Brasil ocupe os últimos lugares no ranking mundial de Educação (39º entre 40 países segundo a pesquisa da Pearson International). A mídia vende programação barata que mais emburrece e aliena que favorece uma possível evolução cognitiva. Os níveis de leitura e desenvolvimento humano são sofríveis. Culturalmente, nosso país agoniza. 50% dos universitários, a possível elite intelectual (futuros médicos, engenheiros, jornalistas, advogados, etc.) não entendem o que leem. Quem deve capitanear uma possível melhora em nosso país? A Constituição em seu art. 1º, parágrafo único, diz que são os políticos: "Todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos... ". Para que uma melhora efetiva ocorra, deve-se votar conscientemente e para isso deve-se entender o mínimo sobre política, os partidos, seus candidatos e suas propostas. O cidadão tem que votar consciente e cobrar de seus candidatos o melhor para o povo (cobrança essa que fica impossibilitada caso se venda o voto). 


Desde o impeachment, mais ainda durante a campanha e ad continum, a grande maioria dos pensadores atuais da mídia convencional são unânimes em afirmar que o país está "polarizado", "rachado", dividido entre uma tal "onda conservadora" e  "aqueles que resistem pela democracia". A grande mídia e seus "especialistas" andam tão distante da realidade, seja pelo sempre existente abismo social (distanciamento físico do povo), seja pela imposição de pautas ditas progressistas que acaba criando manchetes que, após passado o primeiro impacto, soam mais que infantis; soam claramente manipuladoras e de viés ideológico resultando em perda de credibilidade desses veículos. A intenção é estimular a luta de classes, porém não conseguiram graças a internet e a evolução do acesso a informação. O próprio resultado das eleições demonstraram que o Brasil não está rachado. Haddad só teve aquela quantidade de votos graças as mentiras emanadas pela mídia desde bem antes do inicio da campanha contra o presidente eleito. A grande maioria do Brasil é conservadora e ponto final. Temos raízes na monarquia, filosofia judaico-cristã e no corpo jurídico romano. Apesar dos governos subsequentes a monarquia sempre mudarem nossos símbolos nacionais e acabarem conseguindo confundir a nação, a grande fé do povo em Deus faz renascer um patriotismo que é maior até que os próprios símbolos nacionais já tão trocados. Esse patriotismo de alma e de sangue, faz com que o país permanece unido, jogando por água abaixo as manchetes fraudulentas da grande mídia de que somos um povo dividido.

O que é gritante na realidade que os grandes veículos de comunicação tentam ignorar a todo custo, é uma discrepância cada vez maior no desenvolvimento das regiões. O nordeste está visivelmente atrasado comparado com as demais regiões: falta educação e indústrias por isso sobra crimes e mortes. Não por acaso a maioria dos votos do PT (a maior organização criminosa da história nacional) saiu dessa região tão roubada pelos governantes e explorada por arrivistas sociais juntamente com neo-coronéis do naipe das famílias Ferreira Gomes no CE, Calheiros em AL, Sarney no MA, etc. Não à toa o voto no Brasil gera antes um fenômeno onde as figuras políticas não angariam eleitores, mas fãs. E fãs não são críticos apesar de influenciarem outras pessoas. Ser fanático por um político é plantar a semente do que se tem de pior na política. Ignorar que políticos são humanos, e portanto, falhos, é o atestado de ignorância política. Pior que isso apenas a venda do voto (afinal trocar milhões de mártires por R$50 "não tem preço"). E quando o político falha gravemente (roubando seu povo, por exemplo) deve ser excluído da vida pública e preso. Não queremos santos governando (caso possível, ótimo!), também não queremos bandidos estilo Robbin Hood. Queremos bons administradores da coisa pública, do nosso dinheiro. O homo sapiens é sapiens justamente por ter capacidade cognitiva capaz de negociar e viver em sociedade. Escolher ser apolítico hoje em dia é uma escolha primitiva, que desonra todos aqueles que lutaram para hoje a liberdade de escolha reine.


A eleição passou e um político rude, sincero, que no passado foi eleito várias vezes deputado federal sendo polêmico a afagando os sobreviventes e feridos da guerra urbana que assola nosso país desde o final da década de 90. O povo não quis mais votar em partidos notoriamente corruptos. O lado esquerdista e perdedor desde antes das eleições usa de desinformação: tachou de "fascista", deturpando o sentido da palavra, tanto o presidente agora eleito quanto seus eleitores. Criaram uma ideia no imaginário coletivo de milhões de brasileiros onde o Estado brasileiro instituiria uma ditadura para exterminar gays, mulheres e pobres. O establishment político não contava que houvesse um homem sem manchas de corrupção com carisma suficiente para alavancar milhões de votos e se eleger presidente da república. Isso é a prova que a brasileiro deixou de ser apolítico, deixou de ser tolo e ultrapassou a barreira da ignorância política. Hoje, com o governo Bolsonaro sendo bom ou ruim, pode-se afirmar que o povo brasileiro subiu mais um degrau na garantia da soberania (afastou um partido que recebia ordens e cumpria agendas estrangeiras inclusive recebendo dinheiro sujo para campanha) e da democracia (escolher novamente um partido que governou durante 16 anos e nada fez além de dívidas, derrocar a educação e incentivar o crime não seria nada democrático e sim suicídio). Deixamos de engatinhar democraticamente, nos livrando de um projeto de poder corrupto e totalitário. Não somos mais tolos. Somo cidadãos e merecemos respeito.




*Explicando para as histerias feminazis do momento: o termo "homem" do título diz respeito a espécie humana (homem, mulher e o que mais vocês queiram inventar).

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Novembro, 2018
Walter A.
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