Blogroll

18 de fev de 2011

Música: Blur - All The People... Blur Live in Hyde Park

Na década de 90 o Blur rivalizava com o Oasis em busca da hegemonia do rock inglês. Enquanto os irmãos Gallagher alcançaram maior sucesso que a banda de Damon Albarn em termos de vendas e shows, o Blur construiu uma carreira mais sólida e criativa, cravando seu nome com uma das melhores discografias existentes.

Em 2003 o grupo soltou seu último suspiro de inéditas com o álbum “Think Thank”, em 2009 o Blur voltou com uma gravação aovivo, cheia de vida, até demais para uma banda que estava praticametne morta.

Primeiramente esse reencontro se resumiu a shows e uma nova turnê com a formação original, que conta além de Damon Albarn (vocal e guitarra) e Graham Coxon (guitarra e vocais), com Alex James (baixo) e Dave Rowntree (bateria). “All The People...Blur Live in Hyde Park” marca esse retorno em um disco duplo gravado ao vivo em pleno verão inglês, nos dias 2 e 3 de julho de 2009. Mais de 100.000 pessoas compareceram para uma bela festa.

O álbum em questão é duplo e tudo (ou quase) de bom está lá. A abertura do primeiro disco já vem com uma trinca arrebatadora: “She’s So High”, pérola do britpop contida na estréia “Leisure” de 1991, “Girls And Boys”, popzão para o delírio das massas e “Tracy Jacks”, ambas do aclamado “Parklife” de 1994. Obras primas como “Coffe And TV” e “Tender”, encerram com chave de ouro.

O segundo disco, abre com “Country House” do The Great Escape de 1995 e segue por canções mágicas do essencial “Modern Life Is Rubbish” de 1993 como: “Chemical World”, “Sunday Sunday”, “Advert”, “Popscene” e a bela “For Tomorrow”, além de hinos como “Song 2” (e seus “uh-uhs”) do “13” de 1999. “The Universal” é a responsável para fechar o show com emoção e brilhantismo.

9 de fev de 2011

Sem risco de levar pedrada

por Sérgio Rogério

Entendo a política como algo extremamente necessário para o desenvolvimento de uma cidade, estado ou país, isso, é lógico, se ela for utilizada de forma como preconiza Aristóteles: “a política [...] tem como objetivo a coletividade”. Caso contrário teremos fatores bem fortes para abominar a política, as ações políticas e, principalmente, os políticos.

O Brasil, um país emergente, está carente de políticos honestos, isso não quer dizer que eles não existam. Temos por aí um Sarney que se diz cansado, mas não quer largar o poder de comandar o senado. A cada instante nos deparamos com esquemas envolvendo líderes que têm como função precípua atuar em favor da população. Atualmente estamos sendo testemunhas da prisão de ex-deputados Alagoanos que durante todo o seu mandato foram acusados de cometer crimes e por conta da nossa legislação, tinham foro privilegiado, através de nossa democracia, perderam as eleições e hoje são cidadãos “comuns” e, se a justiça for correta, responderão por seus crimes. Esses são, infelizmente, tipos de alguns dos nossos atuais representantes.

Temos uma bancada de deputados federais que mal sabemos se eles existem, isso pelo silêncio nas eleições agindo através da compra de votos e também pela falta de projetos elaborados durante o mandato. Temos ainda o pior, isso em minha opinião, trio de senadores, isso é reflexo de quê? Para ajudar nesta reflexão: somos o Estado com o pior índice de desenvolvimento juvenil; na educação, somos os piores nas provas do ENEM por anos consecutivos; a violência do nosso Estado é uma das mais perversas; a saúde, o lazer, o esporte e a cultura são lembrados de forma esporádica e em datas comemorativas (Consciência Negra é um bom exemplo disso).

Então, o que esperar de políticos que se aproveitam da ignorância de uma boa parcela da população a saem das eleições como campeões de votos? Ignorância aprofundada por eles com a não implantação das políticas públicas necessárias.

Como disse, entendo a política como algo necessário, não a politicagem que, infelizmente, a maioria dos detentores de poder vem fazendo ao longo de nossa história.

As eleições estão sempre aí beirando a nossa porta, vejo sempre que um processo eleitoral é o ensaio do próximo. Encerro parafraseando o escritor José Saramago quando diz que temos que perceber a quem damos poder, o que fará com o poder e o que fez para conquistá-lo. Temos que votar com esse olhar. Felizmente não estamos no Egito, senão, corria o risco de levar pedradas.

Texto originalmente reproduzido no blog do Paulo Veras (pjveras.blogspot.com)

7 de fev de 2011

ABC das Alagoas: site oferece mais de 6 mil verbetes



Contabilizando mais de seis mil verbetes, os dois volumes de 'ABC das Alagoas – Dicionário Bibliográfico, Histórico e Geográfico do Estado de Alagoas' é a maior fonte de informações sobre artistas, políticos, escritores e instituições alagoanas.

Lançada em 2005 com o selo da editora do Senado Federal, a robustra obra de 1.300 páginas é resultado de quase uma década de garimpo científico do pesquisador Francisco Reynaldo de Barros.

Paulista filho de alagoanos, ele decidiu acabar com a dificuldade de acesso ao seu dicionário, que não é fácil de ser encontrado nas bibliotecas e livrarias de Maceió. Para isso, gastou os últimos meses na empreitada de transferir para a internet todo o conteúdo impresso. O trabalho está pronto e pode ser conferido no site ABC das ALAGOAS (www.abcdasalagoas.com.br), que foi lançado na tarde desta quarta-feira, 26, no Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas (IHGAL).

Com layout sóbrio e funcional, o site oferce 6.862 verbetes que podem ser facilmente consultado, basta escrever o nome da pessoa, instituição e município. O internauta também pode acrescentar ou corrigir qualquer informação.

Este ABC das Alagoas é o cumprimento de um compromisso, de ordem sentimental e afetiva de filho de alagoanos nascido em São Paulo. É um retrato do patrimônio do Estado, com informações sobre artistas, escritores, políticos, personalidades da vida pública – alagoanos, ou com vínculo a Alagoas-, instituições, história e geografia da terra”, define o autor.

Fonte: Tudo na Hora

3 de fev de 2011

Últimas:

Câmara e Senado deram posse aos novos parlamentares

Deputados e senadores eleitos nas eleições de outubro passado tomaram posse no Congresso Nacional. A base de apoio ao governo no Legislativo será maior do que na gestão Lula. Dos 513 deputados e 81 senadores, 461 (ou 77,6%) integram partidos aliados de Dilma Rousseff. Eles os Deputados Federais, está Tiririca, o palhaço, que afirmou pretender participar da Comissão de Educação e Cultura da Câmara ao sair do hospital logo após se recuperar de uma apendicite.

Egípcios contra Mubarak

Milhares de manifestantes se concentram no Cairo para protestar contra o regime de Hosni Mubarak, há 30 anos no poder. E o Presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama, numa conversa oficial sugeriu ao ditador Hosni Mubarak que deixe imediatamente o poder.

Dilma elegeu aliados para presidência do Senado e da Câmara

Com ampla maioria governista, o Congresso elegeu ontem José Sarney (PMDB-AP) e Marco Maia (PT-RS) respectivamente para comandarem o Senado e a Câmara. Com a participação de uma oposição desorganizada, os resultados dos pleitos tiveram vitórias folgadas. Segundo reportagem da Folha, Sarney foi eleito com 70 dos 81 votos e Marco Maia recebeu 375 dos 509 votos. Um dos únicos partidos a fazer resistência, mesmo que ineficaz, foi o PSOL.

Número de formandos em cursos que preparam docentes cai 50%

Informações divulgadas pelo Censo do Ensino Superior, realizado anualmente pelo Ministério da Educação, revela que entre 2005 e 2009 os alunos que concluíram cursos superiores em Pedagogia e Normal Superior foram de 103 mil para 52 mil, o que comprova o desinteresse dos jovens pela carreira. De acordo com reportagem do Estadão, o MEC também registrou queda no número de formandos em licenciaturas que preparam professores para atuar no ensino médio e últimos anos do fundamental – em 2005 foram 77 mil, contra 64 mil em 2009.

Planalto deu mais dinheiro às vésperas de eleição no Congresso

Levantamento realizado com base nos dados do Siafi - Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal - revelam que às vésperas da eleição do Congresso o governo autorizou liberação de 17% a mais de verba para emendas em janeiro deste ano que no mesmo mês do ano passado. De acordo com reportagem do Estadão, o PMDB, cuja bancada ameaçou retaliar em votações importantes, foi o partido mais beneficiado, com R$ 12 milhões. Em segundo lugar, vieram os restos a pagar de emendas do PT, com R$ 3,3 milhões.

Apagão!

Na noite da quarta-feira dia 03 para a de quinta grande parte da região Nodeste do Brasil ficou sem energia elétrica. Segundo dizem as autoridades do setor elétrico, o que causou o apagão foi uma pequena pecinha que provocou o desligamento em cadeia do sistema. O Governo se adiantou em colocar panos quentes sobre o fato. A realidade é que milhares de pessoas foram lesadas por essa falha não esperada.

Fontes: G1.com.br; R7.com.br; Epoca.globo.com; Estadao.com.br; folha.uol.com.br. Com adaptações e complementos nossos.