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30 de abr de 2011

Conrad relançará Gen Pés Descalços

Fonte: Anime Pro

Surpreendendo a todos, a Editora Conrad lançará no Brasil uma nova versão do mangá Gen Pés Descalços (Hadashi no Gen no original). O mangá já havia sido publicado no Brasil em quatro volumes traduzidos do inglês, que fez uma versão resumida da série. Desta vez, a Conrad planeja publicar tudo como no original, com o sentido japonês de leitura e com nenhuma edição nas imagens.

Gen Pés Descalços conta a história quase autobiográfica do autor Keiji Nakazawa, que aos sete anos presenciou a bomba atômica de Hiroshima, onde morava com a família. A série foi então publicada entre 1972 e 1973 na Shonen Jump e fez muito sucesso nos EUA, sendo publicado com uma intenção de mostrar o horror da bomba. Inclusive foi o primeiro mangá publicado nos EUA, e foi recomendado por muitas escolas públicas.

O primeiro volume tem 280 páginas e custará R$24,90.

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Gen Pés Descalços (Hadashi no Gen, em japonês) é uma história autobiográfica. Seu autor, Keiji Nakazawa, tinha 7 anos quando a bomba atômica atingiu Hiroshima, cidade onde morava com a família. Gen Pés Descalços foi primeiramente lançado em série, nos anos 1972 e 1973, na Shonen Jump, uma das principais revistas semanais de histórias em quadrinhos do Japão. É um relato comovente da difícil vida de uma família japonesa, vítima da bomba atômica, durante e após a Segunda Guerra Mundial. Teve um grande sucesso não somente entre os leitores jovens, mas também com pais, professores e críticos. Gen foi transformado em longa-metragem de animação, três filmes e até uma ópera. As edições em livro venderam mais de 5 milhões de exemplares só no Japão.

Gen foi traduzido para o francês, inglês, alemão, esperanto, indonésio, norueguês, suecos e diversos outros idiomas, e lançado em mais de dez países. Foi a primeira história em quadrinhos japonesa a ser publicada nos Estados Unidos, onde foi incluída em uma lista de livros recomendados para escolas públicas. Transmitir a experiência da guerra, principalmente do sofrimento causado pela bomba atômica, para uma geração que não a conhece, ainda é um desafio complexo. Nesse sentido, Gen Pés Descalços cumpre perfeitamente essa missão ao trazer, para crianças e adultos de todos os lugares, um retrato honesto de emoções e experiências vivenciadas durante e após a Segunda Guerra Mundial.

“Uma obra fabulosa de perseverança e superação dos limites humanos, pela qual
o autro acaba transmitindo seu apelo de paz ao mundo de forma sublime, num
ensaio autobiográfico em quadrinhos” , Folha de São Paulo

“É uma das melhores histórias em quadrinhos já realizadas...” , Robert Crumb

Keiji Nakazawa nasceu em Hiroshima, em 1939, e tinha 6 anos quando a cidade foi destruída pela bomba atômica. Perdeu toda a família, exceto a mãe. Em 1961 mudou-se para Tóquio e começou a trabalhar como quadrinista em publicações como Shonen Gaho e Shonen King. Em 1966, após a morte da mãe, passou a realizar histórias autobiográficas, inspirado em suas memórias de infância e juventude. Entre esses trabalhos, destaca-se Gen Pés Descalços, sua obra-prima e um dos mangás mais conhecidos no Ocidente. Embora tenha ficado famoso pelos retratos de guerra pacifistas, o artista realizou histórias nos mais diversos gêneros. Impossibilitado de trabalhar devido a problemas na visão, Keiji Nakazawa se aposentou em 2009.

Título: Gen Pés Descalços - 1
Autor:Keiji Nakazawa

Formato: 14 x 21 cm

Número de páginas: 280

Preço: R$ 24,90

ISBN: 978-85-7616-447-0

RQ: 16447

27 de abr de 2011

Música e criatividade da banda “Apanhador só”

por Bruno Madson.

Um tempo atrás me indicaram uma banda chamada “Apanhador só”. baixei, escutei as músicas da banda, e de primeira pensei: “Que som bom!” logo, me vi viciado nas músicas, que por sinal são bem interessantes. Procurei sobre a banda e vi que se tratava de um quarteto porto alegrense, formado por: Alexandre Kumpinski (voz e guitarra), Felipe Zancanaro (guitarra, percussão e voz de apoio), Fernão Agra (baixo e voz de apoio) e Martin Estevez (bateria e voz de apoio).















A principio, o que me chamou atenção nessa banda foram as letras das músicas. Digo, achei interessante o uso de alguns instrumentos “não muito convencionais”, em algumas músicas. Mas até aí tudo bem. Logo descobri que a banda acabara de lançar um álbum acústico, denominado “Acústico sucateiro”. Não entendi bem, o porquê desse titulo. Mais uma vez, procurei saber e vi que a banda tinha produzido o disco, usando ainda mais esses tais “instrumentos” que aqui, chamo de diferentes ou não muito convencionais. Enfim, quem sou eu pra denominar coisa alguma? O que importa é que a banda produziu um disco usando: brinquedo, utensílios domésticos e alguns instrumentos. Ainda assim, fiquei surpreendido com as músicas. E vi que se tratava de uma banda com uma musicalidade e criatividade surpreendente.

Não sou ninguém tão importante, nem tão esperto pra falar disso ou daquilo que essa ou aquela banda fez. Minha opinião, talvez, nem faça diferença em nada. Mas ainda assim, resolvi através desse texto, comentar um pouco sobre essa banda e aproveitar pra indicar pra vocês. Assim, vocês escutam e formam suas próprias opiniões sobre o som que a banda “Apanhador só” faz. Como sempre gosto de falar nesse assunto, também indiquei a banda, com o objetivo de fazer com que algumas pessoas repensem sobre a coisa de encontrar música boa hoje em dia. Nessa nova, e tão falada “geração de músicos”. Acredito que essa banda é uma boa resposta a esse tipo de critica. Mas claro, escrevi aqui uma opinião minha.

> www.myspace.com/apanhador
> www.apanhadorso.com

Um novo colaborador

Comunicamos aos nossos féis leitores que já contamos com mais um colaborador no blog, trata-se de Bruno Madson, um acadêmico do curso de Ciências Sociais, Técnico em Eletromecânica e Músico nas horas vagas.

Bruno já deixou sua primeira marca num texto postado no dia 18/04/2011, "A que nova geração de músicos você se refere?". Logo mais estaremos postando mais uma contribuição sua.

Assim, damos as boas vindas do Tempo Moderno e até os novos textos!

25 de abr de 2011

Ana Reis - cantora brasiliense lança seu primeiro trabalho

Lançamento oficial do disco “Quisera Eu” está marcado para o dia 30 de abril no Clube do Choro, em Brasília



















Nascida em Brasília, Distrito Federal, Ana Reis, filha do palmarino Sebastião de Lucena Sarmento e da mineira Mariângela Reis Sarmento, é tida como a mais nova sensação do samba brasiliense. Atualmente com 25 anos, a paixão pela música vem de família. "Em casa sempre ouvi músicas diversas. Minha mãe é mineira e trouxe a suavidade, ela gosta de ouvir Nara Leão e Dolores Duran. Meu pai é nordestino e trouxe ritmo e seletividade, gosta de ouvir forró e música clássica. Meu irmão mais velho trouxe axé, pagode, reggae... e meu irmão do meio trouxe a comunicação, por ter um sentido a menos: a audição", disse em recente entrevista.

Ana Reis começou a cantar em 2002, participando de coros da cidade, mas sua carreira como cantora só amadureceu em 2005. Passou a fazer apresentações solos, onda a MPB era a dona do seu repertório e o samba foi sendo incorporado aos poucos, com a ajuda do amigo e violonista Felipe Pessoa. "Até que invadiu de vez e ultimamente, só tenho feito shows de samba. Minha alegria!", disse. Suas influências são principalmente Paulinho da Viola, Mônica Salmaso e Teresa Cristina.

Em janeiro de 2007, a convite da tia, a ex-vereadora Genisete de Lucena Sarmento, Ana Reis veio para União dos Palmares, se apresentar no Projeto "Viola Enluarada", a quem fez questão de agradecer no encarte do CD que será lançado no próximo dia 30.

"QUISERA EU"

O lançamento oficial do disco “Quisera Eu” está marcado para o dia 30 de abril no Clube do Choro, em Brasília. O disco conta com a produção e direção do músico João Ferreira, tendo sido gravado e mixado em Brasília, entre janeiro e agosto de 2010. Sete das doze faixas são assinadas por Ana, em parceria com João Ferreira e Clarisse Grova.

Para saber mais sobre sua vida e poder ouvir suas músicas, acesse o seu My Space clicando aqui.

Créditos: João Paulo e blog A Terra da Liberdade.

Campanha pela abertura dos arquivos da ditadura militar

A Ordem dos Advogados do Brasil seccional do Rio de Janeiro encabeça a Campanha Pela Verdade e Pela Memória em defesa da abertura dos arquivos da repressão política no período da ditadura militar.








No formato de abaixo assinado, a OAB/RJ e o Conselho Federal da OAB procuram sensibilizar as autoridades do Executivo e do Legislativo a tomarem providências para que seja dada publicidade aos arquivos.

Você pode se juntar a essa corrente acessando o endereço www.oab-rj.org.br/forms/abaixoassinado.jsp e efetuando o cadastro para subscrever a campanha.

19 de abr de 2011

Série: Sherlock Holmes

Quem não conhece o famoso detetive inglês poderá se atualizar na saga desse mito criado por Sir. Arthur Conan Doyle. A série tem três episódios, cada um com uma hora e meia de duração e teve seu início no canal britânico BBC em 25 de julho de 2010. Sherlock do século 21 é uma ótima dica para quem preza por entretenimento aliado a qualidade.

Co-criação de Steven Moffat – atual roteirista do seriado Doctor Who, outra série britânica – e Mark Gatiss, conta com os conhecidos Rupert Graves no papel do Inspetor Lestrade e Martin Freeman, o Arthur do filme "O Guia do Mochileiro das Galáxias", como Watson. Já no papel de Sherlock, um ator estranho para a maioria de nós, mas conhecido pelos britânicos por interpretar Stephen Hawking na série “Hawking“, Benedict Cumberbatch.

Os detalhes originais da obra de Doyle foram mantidos, mas diversas mudanças aconteceram. Trata-se de uma atualização. Sherlock e Watson ainda vivem no número 221B da Baker Street, Watson ainda é médico e acaba de voltar da guerra do Afeganistão, a Senhora Hudson é viva e Sherlock ainda é um sociopata altamente funcional.

A série se passa em Londres na época atual, e Sherlock usa e abusa de celulares, Google Maps, GPS e outros apetrechos eletrônicos. Watson ao invés de descrever as situações num diário convencional, utiliza um blog que, inclusive, encontra-se disponível na rede (www.johnwatsonblog.co.uk).

Os casos apresentados nessa primeira temporada tem ralação direta com as aventuras iniciais de Sherlock dos livros. O 1º episódio chama-se “Um Estudo em Rosa“ e faz referência à primeira aventura de Sherlock Holmes, "Um Estudo em Vermelho". Os vilões e antagonistas estão lá: Moriarty, que é introduzido ainda nesta primeira temporada em um episódio eletrizante. Vale dizer que os fãs de ação não ficarão decepcionados também com a série; e Mycroft, irmão de Holmes e tão excentrico e sociopata quanto.

As inusitadas deduções, os casos complexos e misteriosos. Os diálogos são bem construídos e espirituosos. As excentricidades de Sherlock com a capacidade de compreensão de Watson é o que dá o contorno humano da série, fazendo com que todos sintam uma empatia pelos personagens.

Ainda não há previsão de uma segunda temporada, mas os rumores são fortes pela grande audiência que a série alcançou em sua exibição no velho mundo. Também não há previsão para a estreia em terras brasileiras, seja nos canais de tv fechados ou abertos.

Em nosso HD Moderno você encontra os arquivos em "Torrent" para baixar e assistir.

18 de abr de 2011

A que nova geração de músicos você se refere?

por Bruno Madson.

Muito se fala sobre a nova geração de bandas que vem surgindo. Escuto muito sobre essa ou aquela banda que tá na mídia, fazendo sucesso, e com uma grande quantidade de fãs, mas que musicalmente deixam muito a desejar.

Realmente, às vezes chego a pensar: “Será que não vai mais existir bandas legais? Com músicas que sejam compostas pra serem ouvidas e não só vendidas.” Daí é que penso também que, quando dizem “O rock acabou” ou “Não se faz mais músicas boas hoje em dia” é então, uma opinião muito equivocada das pessoas. Quer dizer, penso que enxergar apenas o que a TV, ou ouvir apenas o que o radio nos mostram, isso levando em conta que hoje se tem a internet, é muito impreciso de se dar uma opinião mais generalizada como quando dizem “A nova geração de bandas não presta!” isso ligado apenas a mídias como: a TV e o radio, ou a algum comentário critico que se refere a apenas uma banda ou músico.

Particularmente, prefiro a internet, como forma de descobrir novas bandas e novas músicas pra ouvir. E acho que na verdade o que se tem muito hoje em dia são opiniões muito excêntricas das pessoas que, equivocadamente acabam condenando toda uma geração de novos músicos. Se ao invés de generalizar toda uma geração pensássemos “O que me agrada musicalmente?“ e procurássemos ouvir músicas do nosso gosto, nossos resultados seriam bem mais agradáveis.

Número de ataques na internet cresceu 93% em 2010

De acordo com a empresa Symantec, URLs encurtadas e, principalmente, os toolkits - programas utilizados para facilitar o disparo de ataques generalizados em redes de computadores - foram responsáveis por esse aumento. Somente os toolkits representaram dois terços das ameaças na web.

No ano passado, foram identificados mais de 286 milhões de novos programas maliciosos, sendo que novos macanismos de disparo, como os toolkits, contribuem para o aumento desse número.

Toolkits e URLs encurtadas
Segundo a empresa, os toolkits têm como alvo as vulnerabilidades do sistema Java, que representaram 17% de todas as vulnerabilidades que afetaram plug-ins de navegador em 2010. Como uma tecnologia popular, disponível para diversos navegadores e multiplataforma, a linguagem de programação Java é um alvo atraente para os cibercriminosos.

Em 2010, o toolkit Phoenix foi responsável pela maior atividade de ataques na internet. Esse kit incorpora meios para explorar as vulnerabilidades do Java.

Em relação às URLs encurtadas, elas são utilizadas para compartilhar um link ou e-mail em uma página da internet, quando o endereço original é muito extenso. No ano passado, os crackers publicaram milhões delas em redes sociais, para enganar vítimas de ataques de phising e malware.

Fonte: Portal do Consumidor

17 de abr de 2011

Cantora alagoana prestes a lançar DVD
















Depois de dois dias intensos de trabalho com o Diretor Musical do seu novo DVD, a cantora alagoana Millane Hora embarcou nesta sexta-feira (15) para São Paulo, onde tratará de detalhes da gravação.

A artista deve anunciar, ainda em abril, a data do show, que acontecerá dentro dos próximos meses em Maceió. O Diretor, que passou essa terça e quarta-feira na capital alagoana, vem de fora do estado e carrega grandes artistas no currículo. Suspense? "Eu chamaria de surpresa. Estamos ‘alinhavando’ detalhes do show e prefiro anunciar a parceria daqui a pouquinho”, explica Millane.

Créditos: Assessoria.

12 de abr de 2011

O exagero do entretenimento - Sucker Punch

Com o título no Brasil de "Mundo Surreal", Sucker Punch, do diretor Zack Snyder, tido como um visionário pelos frenéticos fãs de seus trabalhos anteriores, foi vendido como um, e é um video clip.















Não que inexista qualidade em "300" (2006) e "Watchmen - O Filme" (2009), mas Sucker Punch é por demasiado bem pensado, tanto que ficou redundante. Parece ter sido formatado para ser um sucesso pop cinematográfico, talvez até seja, mas como obra do cinema, esperava mais.

A trama do longa é sobre uma jovem que é internada numa instituição psiquiátrica pelo padrasto. Recuando a uma realidade alternativa como uma estratégia de enfrentamento, ela vê um plano que irá ajudá-la a escapar da instalação mental.

Por não ser "cri cri" esperava mais, e alguns com mais/melhor conhecimento na área (não é difícil achar) podem até dar risadas, entretanto, afora a bela montagem, trilha sonora e sobreposição de narrativas, deve ter sido dai a extração da denominação "surreal", nada mais posso destacar.

A mensagem por trás de tudo que acontece, bem óbvia quando percebemos (e quase tudo é assim), é que faz o todo parecer desnecessário. É um exagero de colagens pop para demonstrar algo simples. Mas claro, é um orgasmo iconoclasta do cinema pop moderno, por assim dizer. Acho que essa mensagem simples seja o que salva o filme, quando muitos pensam o contrário. Mesmo assim não deixa de ser um enorme clichê que serviu de base para um exagero, chegando a ser, exatamente surreal.

O site Omelete fez uma exagerada cobertura do filme, leia aqui.

Cinema Espírita - As Mães de Chico Xavier

A população que se declara seguir a religião ou doutrina espírita no Brasil é de aproximadamente 1,3% ou algo em torno de 2,3 milhões de pessoas. E são esses os alvos de produções como As Mães de Chico Xavier (2011, direção de Halder Gomes e Glauber Filho).















Esse é o 4º longa-metragem realizado com o tema no Brasil. "Bezerra de Menezes", "Chico Xavier" e "Nosso Lar" foram os precursores. O sucesso de público dá respaldo para outros virem a engrossar a lista. Afora essas considerações, muito não há o que comentar sobre iniciativas de doutrina cinematográfica como essa.

Do ponto de vista do entretenimento não há relevância. Do lado cinematográfico idem. O que justifica As Mães de Chico Xavier e seus conexos é o tema, a mensagem a ser difundida. O longa conta a história de três mães que acabam se entrelaçando no decorrer da narrativa, permeadas pela figura de Chico Xavier e tendo como pano de fundo uma reportagem sobre a grande comoção em torno do médium, o qual escreve cartas vindas de espíritos e direcionadas a seus familiares.

A mensagem do filme é clara e direta, sendo até redundante as explicações ao final. É um filme direcionado às mães que perderam seu filhos pelos mais diversos motivos, tendo natural dificuldade para lidar com a situação e com a própria existência. Misturar ficção e doutrina religiosa é difícil. O resultado é um pouco superficial. Mas não é de hoje que a arte se mistura com religião, com crenças.

11 de abr de 2011

"Tropa de Elite 2" e "Chico Xavier" lideram disputa pelo do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro

"Tropa de Elite 2" e "Chico Xavier", campeões brasileiros de bilheteria em 2010, receberam 16 indicações cada na disputa pelo troféu Grande Otelo, no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, em sua oitava edição.









A cerimônia de entrega se realizará no dia 31 de maio, no Rio de Janeiro. Veja aqui todas as indicações.

Nesta edição, a Academia Brasileira de Cinema homenageará Lucy e Luiz Carlos Barreto. Juntos o casal já produziu mais de oitenta filmes entre curtas e longas metragens e possuem uma intensa atuação no mercado cinematográfico brasileiro.

Os vencedores do prêmio anterior foram: filme - É Proibido Fumar, diretor - Anna Muylaert, ator - Tony Ramos, atriz - Lília Cabral, ator coadjuvante - Chico Diaz, atriz coadjuvante - Denise Weinberg, filme estrangeiro - Bastardos Inglórios.

Oposição é a liberdade viva em ato!

“Liberdade é a liberdade de dizer que dois mais dois é quatro.”
(George Orwell, 1984)

Opor. Uma palavra simples, de quatro letras comuns, carrega, em si mesma, um conjunto extremamente amplo de significados. Se a maioria das pessoas tivesse que expressá-los, teríamos respostas associadas a negativas, objeções, impedimentos. Não passa na cabeça, de primeira impressão uma imagem propositiva. Nossa imagem da oposição surge da ideia que acumulamos de oposição durante nossas experiências, e ela é diminuta.

Nossa oposição é conjuntural, não substancial. A alternativa política que nos apresentam é, costumeiramente, a contraposição de grupos interessados no poder, e não um embate de pensamentos diferentes. No Brasil, se luta pelo poder, não pelo modo como se vai utilizá-lo, que é o mesmo em todos os casos. Salve-se daí algumas boas exceções, que nos lembram que a oposição é muito mais do que fazer birra hoje para fazer a mesma coisa amanhã.

A oposição é um presente da democracia. Permitir que alguém se contraponha e aponte um outro caminho para as políticas públicas é fundamental para a pluralidade de opinião. E ela é boa. Permitir ideias diferentes de uma sociedade significa vigiar para que nunca se atinja o autoritarismo uniforme. Por mais simples ou idiota que uma ideia pareça, ela tem de ter o direito inalienável de ser dita. E a oposição, nada mais é do que essa ideia contrária em enunciação; a liberdade viva em ato.

A oposição, enquanto conceito político propositor de mudanças e ideologias é totalmente positiva porque permite discutir novos rumos que podem ser melhores para o organismo público em questão. A oposição enquanto fiscalizadora do estabelichment – vista por muitos como entrave as ações estruturais – é também positiva, uma vez que permite, através da cobrança consciente, que o poder constituído melhore suas ações: o que é bom para a sociedade.

Nem a oposição deve ser imposta. Gestores dos mais diversos níveis e âmbitos precisam compreender que democracia é muito mais que se predispor a um plebiscito popular quadrienalmente, mas permitir a crítica e a contestação, e aceita-las. O gosto da pluralidade precisa ser tomado como doce, e não como amargo; porque mesmo quando ele é uma força motriz capaz de destroçar o aparato institucional, ele não está provando senão que este estava deslocado.

E isso tudo só mostra que a maior beleza da oposição não é a contestação pela contestação. Tampouco é o oportunismo de se fazer poder no futuro. O que é mais belo na oposição é a possibilidade de se opor.

por Paulo Veras (blog Pjveras.blogspot.com)

10 de abr de 2011

Massacre em Realengo. O primeiro, que seja o último

É difícil comentar sobre um fato tão desconexo com a realidade brasileira. O acontecimento em Realengo, mais precisamente na Escola Municipal Tasso da Silveira, Zona Oeste do Rio de Janeiro, não tem precedentes no tempo de existência de nosso país. A motivação e o saldo de tal fato devem ser minuciosamente estudados.

Evidente que não é esse meu objetivo aqui. Apenas direciono um breve comentário. Psicólogos, analistas de segurança pública e, sobretudo, profissionais da educação devem ser reativos a esse acontecimento. Nossos parlamentares também devem levantar a discussão e não descuidar de um debate aprofundado sobre o fato. E que essas manifestações não se voltem ao simples e perigoso rotulismo, apresentando o "atirador" como um louco e ponto final.

Deve existir muitos Wellington Menezes de Oliveira por ai. Obviamente que não se pode detectar toda e qualquer ação de indivíduos perturbados como aquele, mas pode-se não incentivar procedimentos parecidos deixando de dar audiência somente para o massacre, as faces amedrontadas e a motivação aparentemente idiota. Quanto mais for mostrado única e exclusivamente esse lado da história, mais Wellingtons poderão ter suas chamas de raiva aumentadas, com um brilho de prazer sórdido nos olhos.

Ações educativas, humanitárias, preventivas devem ser trabalhadas desde o seio familiar até às salas de aulas. Uma maior aproximação dos profissionais da educação em relação aos alunos, o mesmo em se tratando dos pais com os filhos. Algo simples. Uma observação centrada no comportamento, no relacionamento inter-pessoal. Para que tal fato não se torne recorrente em nosso país, os Wellingtons incubados devem ser integrados aos círculos sociais. Alguém que não sente respaldo em seu círculo de convivência certamente não respeitará as convenções sociais que regem a ordem de um mínimo de organização e consciência humitária pacífica e solidária.

9 de abr de 2011

NOTA DE REPÚDIO AO DEPUTADO FEDERAL JAIR BOLSONARO

A Comissão Nacional dos Jornalistas pela Igualdade Etnicorracial (Conajira) da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) repudia as declarações racistas e homofóbicas feitas pelo deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ), em um veículo de comunicação.

O episódio protagonizado pelo deputado, infelizmente, não é uma gota de água no meio de um oceano. Apenas por ter sido veiculado pela televisão ganhou a dimensão vista por todos/as nós. Este fato integra uma série de reações contrárias às históricas reivindicações feitas por movimentos sociais, especialmente o Movimento Negro.

O histórico de atuação deste parlamentar registra ter ele, no mínimo, transitado na fronteira do fascismo, o que compromete o estado democrático de direito reimplantado desde 1985, ano marco do processo de redemocratização do País.

Um parlamentar não pode dizer o que ele disse ao ser entrevistado em um programa de tv, mesmo discordando das posições do Movimento Negro e de outros movimentos sociais. Como deputado federal, ele tem meios de divulgar as suas posições políticas sem necessitar de ofender a ninguém.

A Conajira/FENAJ se solidariza com todos/as os/as ofendidos/as pelo citado parlamentar e apoia todas as manifestações de repúdio a este senhor, bem como as iniciativas de caráter oficial e popular que reivindicam o afastamento de Jair Bolsonaro da Câmara dos Deputados.

Vale destacar que, pelo dito por ele agora e no passado, o Congresso Nacional mostra-se um lugar inadequado para a sua atuação política.

Aos profissionais de imprensa lembramos a importância de atentarem para a cobertura sobre a temática racial não apenas em momentos de escândalo como esse. O episódio em questão mostra porque as entidades do movimento negro e todos aqueles que sonham com uma real democracia no Brasil lutam tanto por igualdade racial e justiça social; contra homofobia, intolerância e todo tipo de discriminação.

Brasília, 2 de abril de 2011

Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ)
Comissão Nacional dos Jornalistas pela Igualdade Etnicorracial (Conajira)
Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial de Alagoas (Cojira-AL)
Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial da Bahia (Cojira-BA)
Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial do Distrito Federal (Cojira-DF)
Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial da Paraíba (Cojira-PB)
Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial do Rio de Janeiro (Cojira-RJ)
Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial de São Paulo (Cojira-SP)
Núcleo de Jornalistas Afro brasileiros do Rio Grande do Sul

Créditos: Blog da jornalista Olívia de Cássia.

8 de abr de 2011

Apenas 0,05% dos usuários do Twitter são responsáveis por 50% das mensagens






No Twitter, o poder parece estar na mão de poucos. Pelo menos o de twittar. Um estudo do Yahoo aponta que a produção de conteúdo no microblog está centrada em apenas 0,05% dos usuários: 20.000 twitteiros enchem as timelines da rede social com mensagens que agora somam 1 bilhão por semana.

A pesquisa constatou que metade dos tweets foram criados por aquilo que eles chamam de “elite” do microblog – um grupo formado pela mídia, celebridades, organizações e blogueiros. Ao identificar essa chamada “elite”, a pesquisa também observou que a mídia é a maior produtora de informações no microblog, mas não é o grupo com maior número de seguidores – as celebridades são as mais seguidas.

Outra característica observada foi que, equanto os usuários comuns leem muitos tweets de celebridades e blogueiros, a “elite” do Twitter é mais focada em seus grupos: celebridades leem mais celebridades e blogueiros leem mais blogueiros. E mais: os blogueiros são os usuários que mais retuitam informações de outros grupos.

6 de abr de 2011

David Bowie lançará álbum ao vivo

Novo álbum ao vivo terá Foo Fighters, Lou Reed, Billy Corgan e ainda traz a gravação do show que comemora aniversário de 50 anos de Bowie

















David Bowie lança um novo álbum ao vivo em abril, cheio de participações especiais. Birthday Celebration - Live in NYC 1997 traz gravações do show no Madison Square Garden em janeiro de 1997, que comemorava o aniversário de 50 anos de Bowie.

A celebração trazia o músico tocando ao lado de artistas convidados, como Foo Fighters, Lou Reed, Robert Smith, do The Cure, Sonic Youth, Frank Black, do Pixies, Billy Corgan, do Smashing Pumpkins, entre outros.

Birthday Celebration - Live in NYC 1997 será lançado em 26 de abril. Confira a lista de faixas.

1. "Little Wonder"
2. "The Hearts Filthy Lesson"
3. "Scary Monsters (And Super Creeps)" (com Frank Black)
4. "Fashion" (com Frank Black)
5. "Telling Lies"
6. "Hallo Spaceboy" (com Foo Fighters)
7. "Seven Years In Tibet" (com Dave Grohl)
8. "The Man Who Sold The World"
9. "The Last Thing You Should Do" (com Robert Smith)
10. "Quicksand" (com Robert Smith)
11. "Battle For Britain"
12. "Voyeur Of Utter Destruction (As Beauty)"
13. "I’m Afraid Of Americans" (com Sonic Youth)
14. "Looking For Satellites"
15. "Under Pressure" (com Gail Ann Dorsey)
16. "Heroes"
17. "Queen Bitch" (com Lou Reed)
18. "I’m Waiting For The Man" (com Lou Reed)
19. "Dirty Blvd." (com Lou Reed)
20. "White Light/White Heat" (com Lou Reed)
21. "Moonage Daydream"
22. "All The Young Dudes" (com Billy Corgan)
23. "The Jean Genie" (com Billy Corgan)
24. "Space Oddity"
25. "Can’t Read

Créditos: Omelete.com.br

5 de abr de 2011

Últimas:

Inquérito no STF sobre propina envolve Temer

O vice-presidente Michel Temer é investigado em inquérito no Supremo Tribunal Federal sob a suspeita de participar de um esquema de cobrança de propina de empresas detentoras de contratos no porto de Santos (SP).

O caso chegou ao Supremo em 28 de fevereiro e na semana passada seguiu para a apreciação da Procuradoria-Geral da República, que poderá determinar a realização de novas diligências. A Folha teve acesso ao inquérito, que está no STF porque Temer tem foro privilegiado como vice-presidente. Os documentos do caso informam que os crimes sob investigação são corrupção ativa e corrupção passiva. A Procuradoria da República em Santos pediu que o caso fosse remetido ao tribunal em 15 de setembro, durante a campanha eleitoral. Presidente nacional do PMDB, Temer já havia sido escolhido para formar chapa com Dilma Rousseff (PT).

No texto enviado ao STF, a procuradora Juliana Mendes Daun diz que "Temer figura efetivamente como investigado neste apuratório". O vice-presidente nega ter recebido suborno e critica o trabalho da polícia e da procuradora. Em 2002, o então procurador-geral da República Geraldo Brindeiro determinou o arquivamento de um processo administrativo preliminar sobre o caso. Mesmo assim, a Polícia Federal instaurou um inquérito em 2006, já com citação ao nome de Temer como eventual beneficiário de pagamento de propinas. Segundo a Folha apurou, a Justiça ordenou a quebra de sigilo fiscal de suspeitos e autorizou a investigação a instalar escutas telefônicas.

Relatório tem mais provas do valerioduto

O relatório final da Polícia Federal sobre o mensalão do PT encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou o pagamento de propina a deputados federais e estaduais, além de prefeitos, e desvio de dinheiro público para financiar campanhas eleitorais. De acordo com o documento, Freud Godoy, amigo e ex-segurança do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, admitiu ter recebido dinheiro do valerioduto, esquema comandado por Marcos Valério. O texto ainda revela novos nomes de beneficiados pelo mensalão, como mostrou reportagem da revista "Época" desta semana.

O processo que tramita no STF tem 38 réus e só deve ir a julgamento no ano que vem. Entre os novos personagens citados no relatório da PF estão o atual ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel (PT); o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR); os deputados federais Vicentinho (PT-SP), Benedita da Silva (PT-RJ), Jaqueline Roriz (PMN-DF), Lincoln Portela (PR-MG) e João Magalhães (PMDB-MG); o ex-ministro Pimenta da Veiga (PSDB); o ex-senador Mario Calixto e o prefeito de Osasco, Emídio de Souza (PT-SP).

4 de abr de 2011

Escute o novo álbum do Foo Fighters

A banda do eterno baixista do Nirvana disponibilizou o novo Cd na íntegra na página oficial da banda

















Dave Grohl e sua equipe do Foo Fighters está prestes a lançar oficialmente o novo álbum da banda, entitulado de Wasting Light. Entretanto, para a felicidade dos fãs e curiosos da música, eles resolveram disponibilizar na íntegra todas as faixas do novo trabalho na bela página oficial da banda. Acesse para ouvir http://wastinglight.foofighters.com

Wasting Light conta com 11 faixas. É o 7º álbum de estúdio da banda, o último foi Echoes, Silence, Patience and Grace, de 2007. Wasting Light tem data de lançamento prevista para o dia 12 de abril.

Se quiser pegar o Cd e gravar em seu computador para escutar a qualquer momento, baixe clicando aqui - HD Moderno.

Veja os clipes das novas músicas na página da banda no Youtube www.youtube.com/user/foofighters