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29 de abr de 2009

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Indígenas querem lugar em negociações sobre mudança climática

A Cúpula dos Povos Indígenas sobre a Mudança Climática termina nesta sexta-feira na localidade americana de Anchorage com uma declaração que exigirá à comunidade internacional a integração dos indígenas nas negociações para a luta contra o aquecimento global. A declaração foi acertada pelos quase 500 delegados que assistiram à cúpula e será entregue aos Governos que participarão, em dezembro, em Copenhague (Dinamarca), das negociações para redigir um acordo que siga o Protocolo de Kioto.

Nos cinco dias de reuniões, os delegados (que representam os cerca de 350 milhões de pessoas consideradas indígenas em 70 países de todo o mundo) expressaram sua convicção de que as tradições dos povos aborígines podem ajudar a reduzir os efeitos da mudança climática.

O presidente da Assembleia Geral da ONU, Miguel d'Decoto, afirmou na sessão da quinta-feira que "a mudança climática ameaça e põe em risco a sobrevivência das comunidades indígenas de todo o mundo, apesar de serem as que menos contribuíram para as emissões de gases que contribuem para o efeito estufa". D'Decoto acrescentou que os povos indígenas devem "participar, implementar, vigiar e avaliar em todos os níveis as políticas de mudança climática e seus programas".

A cúpula também recebeu relatórios sobre os problemas causados pela mudança climática q castigam diferentes comunidades indígenas em locais distantes uns dos outros como Bornéu, Quênia, Nepal ou México. Segundo um dos estudos, os indígenas mais ameaçados pela mudança climática são os que vivem no Amazonas, nas regiões árticas, no Caribe, no sul do Chile e Argentina, nas ilhas do Pacífico, no litoral asiático e os aborígines australianos.

Fonte: MSN Noticias

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GM vai cortar 21 mil funcionários e fechar 13 fábricas nos EUA

A General Motors anunciou nesta segunda-feira um novo plano de reestruturação que prevê o fechamento de mais 13 fábricas, a demissão de 21 mil funcionários, o encerramento de contratos com distribuidores e o fim da marca Pontiac até 2010 em um esforço de atender às demandas do governo americano para uma reestruturação mais rápida e profunda. A montadora apresentou ainda à SEC (Securities and Exchange Commission, que fiscaliza e regulamenta o mercado de capitais americano) uma oferta de reestruturação da dívida com troca de títulos no valor de US$ 27,2 bilhões.

Em comunicado, a GM informou que vai recorrer à concordata se não houver número suficiente de interessados na troca de títulos até 1º de junho. Os cortes mais profundos estão previstos para até o fim de 2010. O número de fábricas nos Estados Unidos será reduzido de 47 para 34 e serão demitidos 21 mil dos 61 mil funcionários horistas que tem hoje no país. Funcionários horistas são os que trabalham nas linhas de produção. Já a rede de distribuidores deve cair quase à metade, de 6.246 para 3.605 unidades. A empresa vai se concentrar em quatro marcas (Chevrolet, Cadillac, Buick e GMC) e eliminar a Pontiac.

A montadora, que semana passada recebeu US$ 2 bilhões de empréstimo de capital de giro do governo dos EUA , elevando o volume total de empréstimo para US$ 15,4 bilhões, havia recebido prazo até o dia 1º de junho para apresentar um plano de reestruturação mais profundo à administração Obama para garantir a continuidade do apoio do governo. No fim de março, o então presidente da General Motors (GM), Rick Wagoner, renunciou ao cargo, após pedido da administração americana. No ano passado, o prejuízo da GM chegou a US$ 30,9 bilhões.

Fonte: G1

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Gripe suína: ministro da Saúde anuncia que há 36 pacientes em monitoramento

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, afirmou nesta quarta-feira que o Brasil está preparado para combater a gripe suína. Ele ressaltou, no entanto, que não existem evidência do vírus no país. Segundo ele, o país tem 36 pacientes em monitoramento e que são tratados com medicamentos próprios. Além disso, há dois casos suspeitos, em Minas Gerais e São Paulo. Todos os pacientes internados chegaram de viagem dos países em que a doença se alastra.

Fonte: O Globo

Parece que uma das profecias da Bíblia está se confirmando: as epidemias que chegarão perto do Juízo Final. Como aqui no Brasil existe uma coisa chamada SUS, é só esperar pra ver o número de mortos subir como um foguete, caso sejam constatados casos. Deus nos proteja, porque esperar algo desse governo, é acreditar que cobra tem perna.
Walter Jr.

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