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25 de mai de 2009

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Coreia do Norte realiza teste nuclear subterrâneo

A Coreia do Norte realizou um teste nuclear subterrâneo "bem sucedido", de acordo com a agência de notícias oficial KCNA. Um comunicado oficial lido na rádio estatal norte-coreana disse que mais um teste foi "conduzido com sucesso (...) como parte de medidas para aperfeiçoar a dissuasão nuclear defensiva da República". O teste "vai contribuir para salvaguardar a soberania do país, da nação e do socialismo".

A US Geological Survey (instituto de pesquisa geológica dos Estados Unidos) disse que foi detectado um terremoto com 4,7 de magnitude às 00h54 GMT (21h54, hora de Brasília) a uma profundidade de 10 quilômetros. Tanto institutos geológicos dos Estados Unidos quanto da Coreia do Sul disseram que o tremor indica uma explosão nuclear, e o Ministério da Defesa da Rússia também confirmou a realização do teste.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse que a ação norte-coreana é uma ameaça à paz internacional. O porta-voz do Ministério do Exterior do Japão, Kazuo Kodama, disse que seu país vai responder "de maneira responsável" nas Nações Unidas, mas não deu maiores detalhes. Diplomatas preparam uma reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas ainda nesta segunda-feira. A União Europeia qualificou o teste como "muito preocupante".

No mês passado, Pyongyang retirou-se da conversação multilateral (envolvendo Estados Unidos, China, Japão, Rússia e as duas Coreias) sobre seu programa nuclear, em protesto contra a condenação internacional do lançamento de um foguete no dia 5 de abril.

Antes desse lançamento, a Coreia do Norte concordou em desmantelar a usina como parte de um acordo que previa a concessão de ajuda internacional e, em resposta, os Estados Unidos retiraram a Coreia do Norte de sua lista de terrorismo.

Segundo o correspondente da BBC em Seul, John Sudworth, a Coreia do Norte acredita que, agora, depois do sucesso de sua bomba nuclear, não tem obrigação de cumprir acordos bilaterais prévios com os Estados Unidos e acordos previstos nas conversações multilaterais.

Fonte: BBC Brasil

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Com traços de cocaína, refrigerante da Red Bull é proibido


Cinco Estados alemães proibiram a venda do refrigerante Red Bull Cola depois que especialistas encontraram vestígios de cocaína na bebida. As autoridades afirmaram que a dose encontrada é considerada mínima e não apresenta risco à saúde.

Entretanto, ressalvam que os vestígios da substância fazem com que a bebida deixe de ser um produto alimentício para, legalmente, se tornar um entorpecente, sujeito a uma autorização especial para ser comercializado. Análises do Instituto Estadual para Saúde e Trabalho do Estado de Renânia do Norte-Palatinado constataram no refrigerante uma concentração considerada pequena, de 0,4 microgramas de cocaína por litro.

"O instituto examinou Red Bull Cola em um processo químico minucioso e realmente encontrou traços de cocaína", confirmou o diretor do departamento de segurança alimentar do ministério alemão para Defesa do Consumidor, Bernhard Kühnle. "A quantidade é absolutamente irrelevante", reconheceu Wilhelm Deitermann, porta-voz da Secretaria de Saúde do estado de Renânia do Norte-Vestfália. "Não é possível tomar tanto a ponto de a bebida fazer mal", disse. Entretanto, a substância é proibida por lei.

Exagero?

Na Alemanha, os Estados deliberam autonomamente sobre assuntos envolvendo proteção ao consumidor. O produto foi retirado das prateleiras nos estados alemães de Hesse, Renânia do Norte-Vestfália, Turíngia, Renânia do Norte-Palatinado e Baviera. Outros Estados alemães também estudam a suspensão da venda de Red Bull Cola.

Os traços de cocaína não são frutos de contaminação e derivam da própria fórmula da bebida, que inclui um extrato de folhas de coca em que a cocaína é retirada. Segundo a Red Bull, extratos de folha de coca "cocainizados" não oferecem risco à saúde, sendo usados como aroma em produtos alimentícios no mundo inteiro e permitidos tanto na União Europeia quanto nos Estados Unidos. "Nossa opinião é que o produto é plenamente comercializável", afirmou à imprensa alemã Frank Farnsteiner, representante da Red Bull na Alemanha. A companhia anunciou que está em contato com as autoridades para resolver a questão.

Alguns veem exagero na proibição. "Se fôssemos examinar outros produtos alimentícios e bebidas com o mesmo nível de sensibilidade que a usada com a Red Bull Cola, seriam achadas muitas outras coisas", afirmou o farmacologista Fritz Sörgel, diretor do Instituto de Pesquisa de Biomedicina e Farmacologia de Nuremberg.

Fonte: BBC Brasil

Imagina então a quantidade que cocaina que se tem na coca-cola? Ah, mas os americanos podem... Quantas pessoas hoje não são viciadas em coca-cola? Tenho certeza que você conhece alguem que é viciado, agora já sabemos o motivo... Mas qual o país que vai abrir a boca pra dizer alguma coisa contra um símbolo norte-americano?


Walter Jr

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Tosca essa minha "estréia como chargista" não?! hauahuhahauhauhua