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27 de mar de 2013

ÚLTIMAS: BRICS [união econômica entre Brasil, Russia, India, China e Africa do Sul] anunciam criação de banco conjunto - coréia do norte corta comunicação e diz que guerra é iminente

Dilma com líderes dos BRICS
O grupo Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) aprovou a criação de um banco de desenvolvimento próprio, anunciou nesta quarta-feira o presidente sul-africano, Jacob Zuma.
"Decidimos criar um novo banco de desenvolvimento", declarou Zuma na sessão plenária da quinta cúpula anual das cinco economias emergentes, que termina hoje em Durban (África do Sul).

O banco terá como objetivo "mobilizar recursos", fomentar a construção de infraestruturas e o "desenvolvimento sustentável" em países emergentes, explicou o anfitrião da reunião.
A contribuição de cada país membro e o capital do banco ainda serão determinados, disse o chefe do Estado sul-africano.

Além disso, servirá de complemento para instituições financeiras internacionais já existentes, como o Banco Mundial (BM) e o Fundo Monetário Internacional (FMI), que os Brics consideram controlados em excesso pelos Estados Unidos e Europa. A criação do banco foi decidida pelos chefes de Estado dos cinco países após serem informados sobre a "viabilidade" do projeto por seus ministros de Finanças, na segundo e último encontro da cúpula.

Cores e culturas diferentes na união BRICS. Porém, um costume é comum à todos os países: a corrupção
Os Brics trabalham também para estabelecer um fundo de reservas de divisas de contingência por um valor inicial de US$ 100 bilhões, que daria aos parceiros estabilidade financeira. O grupo também concordou em formar um Conselho de Negócio dos Brics e um centro de estudos próprio. Os cinco chefes de Estado dos Brics apresentarão nesta quarta-feira, no fechamento da cúpula, um documento com as decisões adotadas, que incluirá os acordos assinados para fomentar os investimentos em infraestruturas na África e para a cooperação em matéria de economia sustentável.

Os países do Brics representam 42% da população mundial e ao redor de 45% da força de trabalho que existe no planeta, segundo dados do grupo.
Em 2012, Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul somaram 21% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial e o comércio entre eles chegou a um total de US$ 282 bilhões. 

Fonte: Agência EFE

A idéia de criar um banco governamental para financiar o desenvolvimento de países, realmente não é ruim. O que é ruim é a gerência desses recursos nas mãos dos inescrupulosos políticos e empresários beneficiados pelo montante. Levando a corrupção gerada pela falta de cultura dos países emergentes em conta, surge o questionamento: se cada país investir em seu próprio banco de desenvolvimento a conta para o povo sairia mais barata além de eficiente pois cada país deve saber de suas necessidades. Contudo, voltamos à estaca inicial do problema; graças a corrupção costumeira e seu fisiologismo partidário cheios e acordos escusos, mesmo se cada país membro do BRICS investisse em seu prórpio território, o investimento seria sangrado pelos sangue-sugas engravatados de Brasília - trocando em miúdos: o dinheiro ora gerenciado pelo BRICS, ora gerenciado por cada país separadamente, vai sempre vair bolso de quem já tem bastante. O povo - verdadeiro soberano da riqueza do país - fica com as migalhas educação ruim, saúde péssima e segurança... Que segurança? 

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A Coreia do Norte vai cortar o último canal de comunicação com o Sul porque uma guerra pode estourar "a qualquer momento", afirmou o país nesta quarta-feira, dias depois de advertir os Estados Unidos e a Coreia do Sul sobre um ataque nuclear. O movimento é o mais recente em uma série de ameaças belicosas da Coreia do Norte em resposta a novas sanções da ONU, impostas após um terceiro teste nuclear realizado em fevereiro, e de exercícios militares "hostis" entre os EUA e a Coreia do Sul.

O Norte já tinha parado de responder às chamadas em uma linha direta com o Exército norte-americano, que supervisiona a fortemente armada Zona Desmilitarizada (DMZ), e a linha da Cruz Vermelha, que era utilizada por governos de ambos os lados. "Na situação em que uma guerra pode estourar a qualquer momento, não há nenhuma necessidade de manter comunicações militares entre o norte e o sul, que foram estabelecidas entre as Forças Armadas de ambos os lados", afirmou um porta-voz militar, segundo a agência de notícias norte-coreana KCNA.

"Não existe nenhum canal de diálogo e meios de comunicação entre a República Popular da Coreia do Norte e os EUA e entre o norte e o sul." As Coreias do Norte e Sul ainda estão tecnicamente em guerra, após o conflito civil entre 1950 e 1953 terminar com um armistício, e não um tratado. Recentemente, o Norte afirmou que suspendeu a validade do armistício.

O "canal de diálogo" é usado diariamente para registrar sul-coreanos que trabalham no projeto industrial Kaesong, onde 123 empresas sul-coreanas empregam mais de 50.000 norte-coreanos para produzir bens domésticos. É o último projeto conjunto que resta em operação entre as Coreias, após o Sul cortar a maior parte da ajuda e do comércio em resposta à morte a tiros de um turista sul-coreano e o naufrágio de uma embarcação naval sul-coreano, que foram considerados de responsabilidade do Norte.

Fonte: CNN

É visível a pequenes da combalida Coréia do Norte frente a Coréia do Sul. Porém, quando levantamos o rosto e olhamos por trás, vemos países como EUA, Inglaterra, China e Russia controlando seus cães de guerra. Enquanto as ameaças circulam, rezemos todos para que a intolerãncia, ganância e falta de Deus no coação do homem não comece mais um conflito desnecessariamnte sangrento - já que agora talvez sejam usadas aé armas nucleares pelos dois lados . Os verdadeiros sennhores da guerra não vão para o front de batalha. Eles também não mandam seus filhos. Os filhos do povo é que são mandados para morrer.

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