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14 de mar de 2013

ÚLTIMAS: USP é a única universidade da América Latina em lista da revista inglesa The Higher Education - Coréia do Norte rompe armistício com Coréia do Sul


A lista das universidades com maior reputação acadêmica, divulgada nesta segunda-feira (4) pela revista britânica THE (Times Higher Education), manteve a USP (Universidade de São Paulo) como a única representante da América Latina na elite mundial do ensino superior. A universidade já figurava no ranking do ano passado.
Entre 100 instituições, a USP se manteve no grupo entre o 61º e o 70º lugar – a THE só discrimina as posições dos 50 primeiros colocados –, ao lado de instituições como o King"s College, de Londres, a Universidade do Sul da Califórnia e a Universidade de Ciência e Tecnologia de Hong Kong. A instituição pública paulista ainda aparece à frente da Universidade de Paris-Sorbonne.
 Clique aqui e veja a lista completa.

Em um artigo escrito para a THE, o reitor da USP, João Grandino Rodas, afirma que a universidade busca corresponder à crescente influência do Brasil no cenário internacional, a qual ele atribui à "estabilidade política e econômica dos últimos 20 anos". Rodas também exaltou o sistema de seleção e promoção interna, o qual ele qualificou como o "mais rigoroso do país".

Harvard lidera


Pelo terceiro ano consecutivo, a Universidade Harvard, nos Estados Unidos, liderou o ranking das instituições mais conceituadas do mundo, seguida pelo MIT (Instituto de Tecnologia de Massachussets) e pela Universidade de Cambridge, no Reino Unido.
O ranking, que está em sua terceira edição, se baseia numa pesquisa feita com 16.639 acadêmicos de mais de 150 países, tendo como principal critério a excelência na pesquisa e no ensino. Quanto mais vezes uma instituição for citada pelos entrevistados como sendo a melhor em seus respectivos campos de conhecimento, melhor é a sua posição no ranking.
Os acadêmicos consultados poderiam destacar as universidades que consideravam as mais fortes, regional e globalmente, em suas áreas específicas, dentre mais de seis mil instituições de ensino superior consideradas pela publicação.
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É isso mesmo caros leitores. A América Latina é formada por 21 países, somando 569 milhões de pessoas e apenas o Brasil, através da USP - Universidade de São Paulo [mantidas por verbas estaduais] - figurou nessa rigorosa lista elaborada por uma conceituada revista especializada em Educação Superior. A inclusão da USP deve servir como incentivo para que se busque a aprimoramento na Educação, em todos os níveis, de todos os países latinos, afinal, nós, os latinos, negros e asiáticos não somos inferiores intelectualmente comparados aos europeus, apesar de sermos mais facilmente manipulados pela mídia, pela cultura de massa, etc.  Os asiáticos [Japão, Coréia do Sul, China, Hong Kong, etc. ] são a prova disso, mantendo várias universidades na lista. 
Somos, isso sim, mais preguiçosos, mais violentos, mais ignorantes, mais corruptos. Com o desenvolvimento tecnológico, o intercâmbio de informações está muito mais facilitado e a capacidade de aprendizado melhorou. Então porque não se vê universidades argentinas, chilenas [país esse que teve um grande desenvolvimento social nas últimas décadas], paraguaias, mexicanas...? Porque o latino, assim como o negro tem mais apreço ao BBB que aos livros. Preferimos o Neymar a Lamarck... No Brasil há faculdades em qualquer esquina; o número de pós-graduados dobra a cada ano, mas a qualidade meu amigo... Resumindo: a cada ano que passa, cerca de 700 mil alunos se graduam, onde muitos deles tem a arquitetura mental moldada na era do "ter" e não do "ser". Tem orgulho de TER o diploma e não de SER um profissional.
TM

Coreia do Norte confirma fim do armistício com o Sul


A Coreia do Norte confirmou nesta quarta-feira que cancelou o armistício de 60 anos que colocou fim à Guerra da Coreia, e alertou que seu próximo passo será um ato de retaliação militar "impiedoso" contra seus inimigos. Uma longa declaração feita pelo ministério das Forças Armadas do Norte se somou à onda de terríveis ameaças lançadas por Pyongyang nos últimos dias, que elevaram as tensões militares sobre a península coreana ao seu nível mais alto em anos.
O comunicado divulgado pela agência de notícias oficial do país afirmou que o real "belicista" era proveniente dos Estados Unidos e de suas marionetes em Seul. "Seria bom eles manterem em mente que o acordo de armistício não é mais válido e que a (Coreia do Norte) não está bloqueada pela declaração Norte-Sul de não-agressão", disse um porta-voz do ministério.
"O que ainda resta fazer é uma ação de justiça e uma retaliação impiedosa do exército e do povo da Coreia do Norte", disse o porta-voz. O Norte anunciou na semana passada que iria anular o armistício de 1953 e os pactos de paz assinados com Seul em protesto pelas manobras militares conjuntas entre Coreia do Sul e Estados Unidos que começaram na segunda-feira.
Devido ao fato de a Guerra da Coreia ter sido concluída com um armistício, em vez de um acordo de paz, as duas Coreias sempre permaneceram tecnicamente em guerra. A anulação do cessar-fogo teoricamente abre caminho para uma retomada das hostilidades, embora os observadores notem que esta é uma situação muito diferente de quando a Coreia do Norte anunciou pela primeira vez o fim do armistício.
O armistício foi aprovado pela Assembleia Geral da ONU, e tanto os Estados Unidos quanto a Coreia do Sul repudiaram a saída unilateral do Norte. "Os termos do acordo de armistício não permitem que qualquer um dos lados, de forma unilateral, se desvincule dele", disse o porta-voz da ONU, Martin Nesirky.
O Norte também ameaçou lançar ataques nucleares contra os Estados Unidos e a Coreia do Sul em resposta às novas sanções adotada pela ONU, depois que Pyongyang realizou seu terceiro teste nuclear no mês passado. Embora as ameaças tenham sido encaradas em grande parte como bravatas, há fortes preocupações de que o Norte irá realizar alguma forma de provocação militar nas próximas semanas.
A agência de notícias Yonhap, da Coreia do Sul, citou nesta quarta-feira uma fonte militar dizendo que as saídas de aviões de combate norte-coreanos nos últimos dias atingiram níveis "sem precedentes", com cerca de 700 contabilizadas apenas na segunda-feira. Além da anulação dos acordos de cessar-fogo, o Norte cortou uma linha direta da Cruz Vermelha com o Sul, um dos poucos meios de comunicação entre Pyongyang e Seul, que não têm relações diplomáticas.
No entanto, um porta-voz da Casa Azul, a presidência em Seul, disse que o telefone vermelho militar ainda estava em funcionamento. "A comunicação militar está funcionando normalmente e vamos buscar transmitir qualquer mensagem ao Norte através do canal quando for necessário", disse.
Fonte: Yahoo!Notícias
A pobre Coréia do Norte não oferece risco a ninguém e continua sendo esmagada com sanções e mais sanções da ONU. Será que dessa vez vão novamente para às vias de fatos? o mundo não vai aguentar um conflito que envolva EUA, Coréia do Sul e Europa de um lado e Coréia do Norte, Russia e China de outro. Rezemos.

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