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11 de abr de 2013

ÚLTIMAS: Maior parte de filmes baixados no Vaticano são pornôs - Brasileiros agoram traficam tomates


Em fevereiro, o site TorrentFreak divulgou que agentes no prédio do FBI estariam baixando filmes e séries piratas. Talvez fosse uma investigação em andamento, talvez não. Em um comunicado, o FBI disse que pirataria é crime e encerrou o assunto. Dessa vez, o TorrentFreak rastreou outros pontos de acesso e encontrou um local improvável como foco de downloads: o Vaticano.

Mas não eram seriados: a maioria dos arquivos baixados era de filmes pornográficos. Filmes como "Os Vizinhos", "Toque" e "Lea Lexis and Krissy Lynn" aparecem tendo sido baixados pela "Holy See - Vatican City State" (Santa Sé - Vaticano). A maioria desses filmes tem como tema os fetiches sexuais de submissão, dominação, sadismo e masoquismo.

O rastreamento foi feito pelo serviço ScanEye, a pedido do TorrentFreak. No entanto, pode ser que os autores dos downloads não sejam bispos e cardeais. Há muita gente ligada à Igreja, como guarda-costas dos eclesiásticos, que têm acesso à cidade. Ainda assim, é curioso pensar que tantos filmes "profanos" sejam assistidos no coração da Igreja Católica.

Fonte: CNet e TorrentFreak

O que o papa e os cardeais irão elegar diante dessa notícia escabrosa? Sabiamente, adotaram o silêncio. Não o silêncio dos inocentes [aqueles que foram e são molestados por essa Santa Igreja], mas sim o silêncio constrangedor de quem deve muito à moral e aos bons costumes. Mas não seremos tão duros com os homens santos de batina; talvez o número de downloads de filmes pornôs sejam apenas objeto de estudo do Vaticano. Quem sabe um estudo para inovar na cama com novas posições deixando pra trás tantos tabus?

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Fiscais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) em Foz do Iguaçu, no Paraná, apreenderam em duas semanas o equivalente a quase meia tonelada de tomate contrabandeado da Argentina. A última apreensão, de cinco caixas de 20 kg cada, foi feita na madrugada desta quarta-feira (10), na Ponte Internacional da Amizade, principal ligação com Ciudad del Este, no Paraguai. Os outros cerca de 300 kg haviam sido flagrados em pequenos carregamentos que entrariam no País pela fronteira com a Argentina.

De acordo com o chefe local do Ministério da Agricultura, Antônio Garcez, a maior frequência na apreensão deste tipo de mercadoria se deve à alta do produto no Brasil registrada desde meados de março. As outras foram flagradas na Ponte Internacional Tancredo Neves, principal via de acesso à Argentina, de onde o produto é trazido ilegalmente. "Assim como a farinha, a cebola, o alho e as frutas também bastante procurados durante todo o ano, este tipo de mercadoria exige o certificado fitossanitário internacional e o cumprimento dos processos de importação. Caso contrário, é apreendido", alerta.

Com o quilo do tomate sendo vendido nas últimas semanas por cerca de R$ 8 em Foz do Iguaçu, muitos moradores da região têm apelado para o contrabando. Na vizinha Puerto Iguazú, o produto pode ser encontrado por até R$ 3 o quilo. A grande procura, no entanto, está fazendo o produto desaparecer das prateleiras argentinas. "Antes fazia pedido de tomate, que vem de Posadas, a 300 quilômetros daqui, a cada três dias. Ultimamente tenho feito todos os dias e mesmo assim não está sendo suficiente. Com a procura em alta e as enchentes na região de La Plata, estou tendo que contar com a sorte", aponta o comerciante Antonio Garrido.  

O aumento do preço do tomate e do consequente contrabando expôs outro problema: a falta de fiscais sanitários. "Na Ponte da Amizade não temos nenhum fiscal. E para que o controle seja feito contamos com a colaboração da Receita Federal. Já, na outra fronteira, com a Argentina, trabalha apenas um fiscal, que alterna os horários de expediente entre a noite e o dia", aponta Garcez.

Fonte: Yahoo! Noticias

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Esse caso dos tomates serve para observamos como é tênue a linha do que ilegal e ilegal: hoje no Brasil é legal comprar tomates a quase r$ 10 o quilo mas é ilegal compra-lo numa cidade fronteiriça vizinha uma vez que, o tomate é mais barato. De que serve então o Mercosul e seus acordos de livre comércio? Brasil: um país de tolos.

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