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17 de jan de 2009

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Especialistas descobrem cérebro com 6 mil anos na Armênia

Uma equipe especializada descobriu na armênia um cérebro que teria seis mil anos de antiguidade, informou nesta quarta-feira o jornal armênio Kapital. Segundo o jornal, o cérebro, que está bem conservado, foi encontrado em uma caverna do sudeste do país, paarto da fronteira com o Irã e, se as estimativas preliminares forem confirmadas, seria o mais antigo descoberto no mundo.

O cérebro, que mantpem conservados vasos e células singuíneas, se encontra denro de um dos três crânios achados na gruta e pertencentes a três jovens que teriam morrido aos 14 ou 14 anos devido ao impacto de um pedaço de pau, provavelmente durante um ritual, sugundo análises anatômicas.

Além disso, na caverna foram descobertos cãntaros grandes, facas metálicas, sementes de fruta de mais de 30 espécies, cordas e vestidos em bom estado de conservação graças à baixa umidade e à temperatura estável registrada na gruta.

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Gene de macacos e humanos condiciona sociabilidade

Variações genéticas no gene que transporta serotonina - gen crucial na regulação das emoções e presente em macacos e humanos, modelam o comportamento social. A descoberta da Duke University, que aparece no último número da revista PloS One, poderia contribuir para criar um novo modelo para estudar o autismo, o transtorno de ansiedade social e a esquizofrenia.

Na experiência com o macaco reshus, a presença de versão curta do gene influiu na hora de correr riscos quando enfrentavam em estpimulo social: os animais apresentavam um estado emocional medroso e eram reticentes a se arriscarem. o primeiro teste consistiu em mostrar aos aaniamis imagens de rostos de macacos conhecidos de diferentes estatus social - esta espécie vive em sociedade despóticas e usa comportamento dominantes ou submissos para expressar sua categoria social.

Os primatas com uma cópia do gene curto dedicaram menos tempo a olhar as imagens, foram menos propensos a desenvolver um comportamento social arriscado e a observa~rem aquelas imagens nas quais apareciam macacos de grande status. Além disso tiveram um maior diâmetro de pupila quando olhavam para os animais poderosos da comunidadem, um sinal que indica uma alta excitação.

Nos estudos com humanos se observou que as pessoas com a versão curta do gene têm com frequencia amídalas cerebrais cerebrais - que detectam as ameças do ambiente - hiperativas. Após observar rostos de indivíduos poderosos, os macacos com a versão curta do gene estavam assustavdos e menos dispostos a enfrentarem riscos e escolhiam a opção assustados e menos dispostos a enfrentarem riscos e escolhiam a opção segura de uma quantidade de suco ao invés de se arriscarem para conseguir uma maior quantidade.

Por último os cientistas usaram um teste de recompensas. Os macacos com as versões longas do gene deixaram de um lado o suco para olhar as imagens de machos dominantes, porém os que tinham a cópia curta tiveram que beber o suco para olhar para estes animais.

Segundo os pesquisadores, a variação genética na serotonina contribui para moldar o comportamento dos macacos atravées das recompensas e dos castigos.

Walter Jr
Redator

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