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20 de abr de 2009

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Stephen Hawking é levado às pressas para hospital, diz universidade

O físico Stephen Hawking, um dos mais famosos cientistas do mundo, foi levado às pressas ao Hospital de Addenbrooke. A informação foi divulgada em nota pela Universidade de Cambridge nesta segunda-feira (20).

Hawking, 67, está preso há décadas a uma cadeira de rodas, por conta do avanço de uma doença degenerativa congênita, a esclerose lateral amiotrófica. Hoje quase completamente paralisado, ele se comunica apenas por computador. Apesar disso, ele segue seus afazeres como professor de matemática aplicada de Cambridge -- na mesma cátedra que, outrora, foi ocupada por Sir Isaac Newton.

"O professor Hawking está muito mal é foi levado de ambulância para o Hospital de Addenbrooke", disse o comunicado da universidade.

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Déficit da Previdência Social sobe 16,3% no trimestre, para R$ 12 bilhões

O déficit do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), a previdência do setor privado, avançou 16,3% no primeiro trimestre deste ano, para R$ 12,09 bilhões, informou nesta segunda-feira (20) o Ministério da Previdência Social. Em igual período de 2008, o resultado negativo somou R$ 10,39 bilhões.

Segundo o Ministério da Previdência, o aumento do salário mínimo, que aconteceu em fevereiro deste ano, com impacto em março (pagamento), contribuiu para o aumento do déficit no primeiro trimestre. Isso porque, em 2008, a elevação do mínimo aconteceu em março, com impactos financeiros plenos somente de abril em diante. Grande parte desse rombo é feito por culpa das ações criminosas onde várias pessoas sadias, que quando não conseguem "enganar" a Previdência, subornam agentes públicos e cosneguem aposentadorias ilegais.

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Europeus deixam evento da ONU após presidente do Irã taxar Israel de 'racista'

Os delegados de países membros da União Europeia abandonaram nesta segunda-feira (20) a Conferência da ONU sobre Racismo, em Genebra, depois que o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, qualificou Israel de "racista" durante seu discurso.

"Depois do final da Segunda Guerra Mundial, (os aliados) recorreram à agressão militar para privar de terras a uma nação inteira, sob o pretexto do sofrimento judeu", disse. "Enviaram imigrantes da Europa, dos Estados Unidos e do mundo do Holocausto para estabelecer um governo racista na Palestina ocupada."

O iraniano foi vaiado por dissidentes iranianos e por israelenses e chamado de "assassino" ao falar, mas parte da plateia o aplaudiu. Funcionários das Nações Unidas tentaram evitar o fracasso da conferência, boicotada pelos EUA e seus principais aliados, o que na prática cedeu o protagonismo a Ahmadinejad. Os nove países que boicotam a conferência são Israel, Estados Unidos, Austrália, Canadá, Itália, Holanda, Polônia, Nova Zelândia, e Alemanha. O argumento é que eles temeiam que ele servisse de plataforma para ataques a Israel que o presidente norte-americano, Barack Obama, qualificou como "hipócritas e contraproducentes".

Fonte: G1

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Fidel diz que embargo a Cuba deve terminar

O ex-presidente de Cuba, Fidel Castro, disse no domingo que o embargo norte-americano ao seu país deve terminar, mas não fez referência à recente oferta do seu irmão Raúl, atual presidente, para conversar com os Estados Unidos a respeito de "tudo", inclusive presos políticos e direitos humanos.

Fidel disse que Obama é "muito inteligente", mas foi "áspero e evasivo" ao responder no domingo a respeito do embargo, durante a entrevista coletiva de encerramento da cúpula.

"Desejo lembrá-lo um princípio ético fundamental relacionado a Cuba: qualquer injustiça, qualquer crime, em qualquer época não tem pretexto algum para perdurar, o cruel bloqueio contra o povo cubano custa vidas, custa sofrimentos", acrescentou.

Obama disse esperar que Cuba demonstre seu desejo de normalização de relações liberando presos políticos e rebaixando o ágio na conversão de dólares em pesos cubanos. O presidente de Cuba, Raúl Castro, disse na quinta-feira que Cuba está disposta a manter conversações com os Estados Unidos, inclusive em temas que são sensíveis para o regime de Havana, como direitos humanos, liberdade de imprensa e presos políticos.

Fonte: Reuters
Walter Jr.

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