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2 de jul de 2010

Ideb aponta evolução na qualidade do ensino fundamental e médio do País

O resultado nacional referente a 2009 do índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb) mostra evolução na qualidade da educação na primeira e na segunda etapas do ensino fundamental e no ensino médio. As metas de progressão foram superadas, de acordo com os indicadores divulgados pelo Ministério da Educação.

Na primeira fase do ensino fundamental, o Ideb passou de 4,2 para 4,6. Assim, superou a meta prevista para 2009 e atingiu antecipadamente a de 2011. A análise do crescimento mostra que a melhora nas notas dos estudantes nas provas responde por 71,1% do acréscimo no índice. O percentual de 28,9% na evolução ocorreu em razão do crescimento das taxas de aprovação.

Nos anos finais do ensino fundamental, o Ideb nacional evoluiu de 3,8 para 4 — superou a meta para 2009 e também ultrapassou a de 2011, de 3,9. O aumento nas notas que os estudantes obtiveram na Prova Brasil e no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb) explica os 64% desse crescimento. Os outros 36% decorrem da melhora nas taxas de aprovação.

No caso do ensino médio, o Ideb brasileiro avançou de 3,5 para 3,6 e também superou a meta nacional de 2009. O crescimento deve-se ao desempenho dos estudantes na Prova Brasil, que contribuiu com 57,9% do aumento do indicador.

Metas — Criado em 2007, o Ideb sintetiza, em uma escala até dez, dois conceitos de igual importância para a qualidade da educação: aprovação e média de desempenho dos estudantes em língua portuguesa e matemática. O indicador é calculado a partir dos dados sobre aprovação obtidos no censo escolar e de médias de desempenho nas avaliações do Saeb e na Prova Brasil.

A série histórica de resultados do Ideb teve início em 2005, com o estabelecimento de metas bienais de qualidade a serem atingidas pelo país, por escolas, municípios e unidades da Federação. A cada instância, espera-se uma evolução que contribua, em conjunto, para que o Brasil atinja o patamar educacional da média dos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). Em termos numéricos, isso significa progredir da média nacional de 3,8, registrada em 2005, na primeira fase do ensino fundamental, para 6, em 2022, ano do bicentenário da Independência.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

A evolução divulgada pela imprensa oficial da repúlica brasileira é real, mas eles próprios devem admitir que é pequena e os índices na educação brasileira ainda são alarmantes negativamente.

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