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8 de fev de 2013

ÚLTIMAS: Veja as pérolas ditas por "gênios" da bola que assassinam o português, a geografia, a lógica... - Dilma pretende retirar impostos federais da cesta básica para conter inflação

Pérolas da história do futebol

Após ser xingado pela torcida do Bahia, o atacante Souza se defendeu com ironia: "Queria dizer que eu não sou viado!"

Ao menos isso você não é né Souza?! O resto você assume.

   

 

 

Mateus, comentando a perda de um pênalti na final do 1º turno do Gauchão 2012 pelo Caxias: "Só bate pênalti quem erra".

Esse mostrou que vinha treinando pra errar bonito em campo.

 

 

 

 

 

Paulo Nunes, quando jogava pelo Palmeiras, explica um gol: "A bola ia indo, ia indo, ia indo... e iu".

Gol cagado não tem como explicar. Mas Paulo Nunes quase conseguiu.

 

 

 

 

Ex-zagueiro de Flamengo e Corinthians, Váldson celebrou sua transferência para o México com uma gafe: " Estou realizando meu sonho de ir jogar no futebol europeu".

Um mapa mundi urgente aqui pro zagueirão. Só faltou ele dizer que nas folgas ia visitar a Torre Eifel.

 

 

 

Ex-presidente do Corinthians, Vicente Matheus explicou porque recusou uma proposta por Sócrates: "'O Sócrates é invendável, inegociável , invendível e imprestável."

E esse seu português seu Vicente é "indizível".

 

 

 

 

 

 

Souza (d), na época em que estava no São Paulo: "O novo apelido do Aloísio é CB, Sangue Bom".

Sangue com `C´? Sem comentários.

 

 

 

 

 Zanata, ex-lateral baiano que passou por Palmeiras, Vasco, Flamengo e Fluminense: "Na Bahia é todo mundo muito simpático. É um povo muito hospitalar".

Como assim Zanata? Lá todo mundo trabalha em hospital? Aff...

 

 


 

Ferreira, ex-ponta-esquerda do Santos: "No México que é bom. Lá a gente recebe semanalmente de 15 em 15 dias".

Alguém explica ao Ferreira que a semana tem 7 dias: domingo, segunda, quarta, quinta, sexta e sábado. Onde ele arrumou os outros 8 dias?

 

 

 


 

Dunga, quando era técnico da Seleção: "As pessoas querem que o Brasil vença e ganhe".

Vou tentar te ajudar Dunga. Não seria vença e conveça?. É, agora é tarde pra remendos.

 

 

 

 Ídolo do Benfica, João Pinto é o autor de uma das frases mais bizarras do futebol: "O meu clube estava à beira do precipício, mas tomou a decisão correta: deu um passo à frente."

Assim como seu português não foi João Pinto deu um passo à frente do precipício para a morte.

 

 

 

Gil, comemorando título mineiro de 2006 pelo Cruzeiro, foi perguntado por um repórter de uma rádio católica se tudo podia naquele momento. A resposta foi sincera: "Só não vale dar o c... né, o resto vale".

Acabou se entregando hein Gil? Ninguém perguntou das suas preferências sexuais...

 

 

 

 

Fabão, quando chegou ao Flamengo: "A partir de agora o meu coração só tem uma cor: vermelho e preto".

Fabão, não tem nem como te ajudar a não ser explicando que 1 é 1 e 2 é 2, cara. Sem comentários. 

 

 

 

 Claudiomiro, ex-meia do Inter, ao chegar em Belém do Pará pelo Brasileirão-72: "Tenho o maior orgulho de jogar na terra onde Jesus nasceu".

Deopis do jogo ia dar uma passadinha no Muro das Lamentações também Claudomiro? Salta outro mapa mundo no capricho, please! 

 


 

Jardel (quatro frases fantásticas): "Eu, o Paulo Nunes e o Dinho vamos fazer uma dupla sertaneja" - "O interessante é que aqui no Japão só tem carro importado" - "Quando o jogo está a mil, minha naftalina sobe" - "Clássico é clássico e vice-versa"

Sem comentários. To me acabando de rir.

 

 Fonte: Yahoo!Esportes

Comentários em negrito por Walter A.

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Dilma planeja desonerar cesta básica

A presidente Dilma Rousseff disse nesta terça-feira que o governo planeja eliminar os impostos aplicados aos produtos da cesta básica para conter a inflação, que segundo as previsões ficará em trono de 5% este ano.

"Nós estamos estudando a desoneração integral da cesta básica dos tributos federais", declarou Dilma em uma entrevista a rádios do estado do Paraná. A presidente afirmou que o governo está revisando o conceito de cesta básica, antes de definir quais produtos serão desonerados.
A governante confirmou que uma das metas traçadas para este ano é "reduzir a taxa de inflação", que fechou em 5,48% no ano passado e, segundo cálculos do setor privado, pode ser um pouco maior em 2013, apesar de o governo trabalhar com uma previsão de 5%.

Os produtos que compõem a cesta básica subiram em média 10% em 2012, segundo cálculos de organismos sindicais independentes. Dilma não detalhou a forma como será feita a revisão dos produtos, mas disse que a lista atual está "ultrapassada" e, por isso, é necessária uma "adaptação".

A presidente afirmou que a política de desoneração de alguns setores realizada pelo governo a dois anos, junto com a tendência de queda das taxas de juros, garantirá o crescimento da economia, que será "mais lenta", já que "o mercado internacional ainda não se recuperou" da crise global. O governo calcula que a economia brasileira, que fechou 2012 com uma expansão menor que 1%, crescerá em torno de 4% este ano, enquanto o setor privado estima que o crescimento será de 3,10%.

Sobre a política de desonerações, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse hoje em um fórum empresarial realizado em São Paulo que a intenção do governo é mantê-la e inclusive aprofundá-la.
Mantega fez um balanço geral das diversas medidas adotadas para reduzir "os custos financeiros e de energia", e garantiu que o Executivo propõe para este ano "uma maior redução dos custos tributários".
Segundo o ministro, "o Brasil está em uma cruzada para reduzir os custos" de produção, a fim de baratear a vida dos cidadãos e para tornar as exportações mais competitivas no mercado internacional
 
Fonte: Agencia EFE  

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