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18 de jan de 2014

ÚLTIMAS: Dilma e Blatter farão encontro secreto para selar a paz, diz jornal

                                      

Um longo e lento adeus a soberania nacional. Não consigo concatenar outros termos para definir a política de "abertura-de-pernas-ao-sedutor" implementada sistematicamente no seio da nação brasileira pelo governo petista. Partindo da máxima criada por Lênin [um dos principais intelectuais/ditadores mentores da ideologia intrínseca do Partido dos Trabalhadores], "xingue-os do que você é, acuse-os do que você faz ", o governo de Dilma Roussef continua o leilão rateador iniciado pelos seus "companheiros ideológicos" do PSDB [era FHC] de nossa soberania, vendendo a preços módicos a empresas globais multibilionárias o inegociável: nossa educação [métodos institucionalizados pela ONU para implantação do analfabetismo funcional], nosso espaço terrestre [concessões para administração de nossas estradas], nossa cultura [internacionalização do ensino superior], o pouco que restou de nossa ainda florescente identidade como povo racional.

Com a proximidade da Copa do Mundo da FIFA, seu presidente Joseph Blatter cobra diariamente na imprensa especializada garantias de segurança e de cumprimento das exigências da entidade da representante do povo brasileiro, Dilma Roussef. Diante da corrente política mundial capitaneada pela ONU, os líderes nacionais uma vez que galgam o posto máximo de seus respectivos países se veem obrigados a se curvarem ante imposições econômicas e políticas onipresentes e oniscientes emanadas dos mais diversos organismos monetários estrangeiros. As vantagens que haviam sido prometidas ao empresariado e aos seus representantes políticos, devem por direito divino, serem postas acima das necessidades do povo.

Faltam escolas decentes, hospitais sem surtos de infecções, segurança pública realmente pública. A maioria dos incautos brasileiros que elegeram Dilma também esperaram ansiosamente pelas vantagens sociais que supostamente deveria advir de sua eleição. Vantagens essas que se resumem a programas sociais incipientes e lesivos a auto-estima nacional e a aumentos pontuais no salário mínimo com sua consequente elevação da inflação fato que reduz ainda mais o poder de compra do povo. No Brasil não se troca 6 por meia dúzia. Troca-se 6 por 3. Troca-se mais por menos. E nem por isso Dilma foi até uma associação de moradores sequer prestar esclarecimento por suas segregantes políticas públicas/sociais. O povo não merece satisfações, deve ela pensar. Porém, Joseph Blatter da FIFA e seu séquito de executivos corruptos sem alma tem direito não somente a satisfações [diariamente anunciadas por seus ministros] como também a desculpas e garantias pessoalmente transmitidas por ninguém menos que a própria Dilma Roussef como é possivel acompanhar atraves da noticia que se segue publicada no portal UOL:

As recentes críticas de Joseph Blatter, presidente da Fifa, sobre os atrasos das obras da Copa no Brasil geraram mal-estar entre a entidade e o governo brasileiro. Para tentar selar de vez a paz entre as partes, Blatter e a presidente brasileira Dilma Rousseff estão organizando um encontro secreto para a próxima quinta-feira.
Dilma irá até a sede da Fifa, em Zurique, na Suíça, para conversar com Blatter e tentar acertar algumas questões que andam dando dores de cabeça para o órgão máximo do futebol mundial. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo,que conversou com "uma importante autoridade do governo brasileiro".
A menos de 5 meses para o início da Copa do Mundo, Blatter quer garantias de que todas as obras estarão 100% concluídas até a data. Além disso, ele teme que os protestos e manifestações populares possam atrapalhar o andamento do evento. Para isso, ele espera que o governo garanta um dispositivo de segurança forte o suficiente para controlar qualquer tipo de problema.
No dia anterior ao encontro, Dilma estará em Natal para inaugurar a Arena de Dunas. Depois, ela deverá seguir direto à Suíça de avião.
Na última semana, a presidente brasileira chegou a ir ao Twitter para se defender das críticas feitas por Blatter: "A procura por ingressos para os jogos - a maior em todas as Copas - mostra que torcedores do mundo inteiro confiam no Brasil", escreveu Dilma. Posteriormente, Blatter voltou atrás e disse que concorda com Dilma e que o Brasil fará "a Copa das Copas". 
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Me dá nojo o servilismo de uma presidente da República ao um executivo corrupto manipulador de massas, assumindo tão descaradamente interesses privados de uma minoria sedenta de poder e dinheiro em detrimento dos interesses elevados de todo um povo.

TM

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